Segredos Noturnos  

Postado por MGrimaldi

Homem é tudo igual! Quando estão juntos gostam de contar vantagens e de se vangloriarem de suas aventuras sexuais. Ficam facilmente excitados com as histórias que contam e escutam, apesar de não permitirem (ou não admitirem) um contato físico. Mas em segredo, no meio da noite, é verdade que tudo pode acontecer. Principalmente quando um dos envolvidos nesta conversa se mostra aberto a oferecer-lhes um novo e excitante tipo de experiência.


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De uma hora para outra fomos abarrotados de trabalho. Nunca antes o setor de Planejamentos precisou trabalhar tanto e em tão pouco tempo. Tínhamos que entregar uma grande remessa de trabalho até o prazo estipulado e, por isso, tivemos, muito a contragosto, que fazer serão.

Lauro, Márcio e eu estávamos tão sobrecarregados de trabalho que, muitas vezes, ficávamos horas sem levantar da cadeira ou sem trocar uma única só palavra. Tínhamos, porém, combinado um pequeno intervalo para descanso, que se resumia em alguns minutos para o café e para um papo rápido.

Falávamos, nessas conversas, um pouquinho de tudo: futebol, política e dinheiro, mas o assunto que mais aparecia na roda e que mais nos dava prazer era sexo.

Embora fosse um trabalhador dedicado e estressado, Lauro, inspirado por este tema, se transformava numa outra pessoa. Virava um sujeito mais tranqüilo e simpático, bem diferente do Workaholic de todos os dias. Márcio era o oposto: um cara bastante experiente e muito descolado que falava com conhecimento de causa, sempre nos brindando com os melhores detalhes de suas picantes peripécias sexuais.

Eu, esporadicamente, deixava escapar algumas de minhas histórias, mas me sentia uma virgem sem maldade diante dos meus dois colegas de trabalho que, em matéria de sacanagem, ou eram grandes mentirosos ou experts. Preferia prestar atenção no que diziam a contar as minhas próprias histórias.

Compartilhávamos nossas experiências, contávamos histórias curiosas ou engraçadas de outros e, desta forma, íamos lentamente revelando as nossas fantasias e predileções na cama.

Lauro curtia sexo sado-masô, gostava de castigar suas parceiras e freqüentemente se masturbava fazendo uso de material erótico. Márcio também curtia material erótico. Era assíduo freqüentador de sex shop e curtia trepar com prostitutas. Gostava de ver duas mulheres transando e não se importava em levar dedadas e linguadas no cu.

“Pô, cara, — dizia — quando elas me tocam ali eu sinto um tesão filho da puta. Sei que pode parecer estranho um cara dizer que gosta de levar dedada ou linguada no cu, mas se vocês deixarem de lado o machismo e experimentarem, tenho certeza que vão gostar”.

Eu também tinha lá os meus gostos e fantasias, embora fosse um pouco mais convencional...

Mas apesar de toda a liberdade que nos ia tornando cada vez mais íntimos a ponto de fazermos confidências, não consegui contar a eles o meu maior segredo: Gostava de mulher, mas, de vez em quando, fantasiava com homens.

Márcio era um carinha muito atraente. Um homem que me excitava bastante, com quem teria coragem de experimentar os prazeres de uma relação secreta. Observava-o muitas vezes de longe, o seu corpo, o seu porte, o volume que havia dentro de suas calças. Inúmeras vezes, cheguei a provocar encontros no banheiro, pois tinha certeza que assim, algum dia, eu conseguiria ver de perto a sua rola.

Uma vez, isso aconteceu... Eu o peguei mijando... Tive que me segurar... Que pau grande o filho da puta tinha! Depois daquele dia, passei a desejá-lo com ainda mais ardor.

Lauro não fazia muito o meu tipo. Não pensava nele da mesma forma que pensava em Márcio. Acho que a sua seriedade, as suas roupas certinhas, o seu jeitão pouco relaxado, tudo contribuía para manter os meus olhares em uma outra direção. Mas tesão é algo engraçado: dá a qualquer momento, não tem hora e nem lugar, simplesmente acontece. Falando de sexo com aqueles dois homens, eu sempre ficava excitado, e conseqüentemente, me via estimulado a fantasiar tanto com um quanto com o outro.

Durante as nossas conversas, Márcio não se reprimia. Era ele quem ficava mais visivelmente excitado. Gostava de vê-lo de pau duro por dentro do jeans e me imaginava mamando a sua rola.

Um dia, morrendo de tesão, disfarçou e correu para o banheiro. Dei um jeito de ir atrás, pois tinha certeza que aquela era a chance de ver o seu pau durinho em pessoa. Dito e feito. Foi só abrir a porta para encontrá-lo na privada, com a calça arriada, se acabando numa deliciosa punheta.

— Porra, cara, você não bate antes de entrar, não? — perguntou meio acabrunhado.

Pedi desculpas, mas não resisti. Como que hipnotizado por uma cobra — não por uma bela e sedutora anaconda — não pude deixar de dar uma secada no seu pau. Ele nem se tocou, continuou descascando-se na minha presença, sem demonstrar nem um pouco de vergonha.

— Que foi cara? O que tá olhando? — interrogou desconfiado.

— Nada, nada, não! — respondi, passando para o box seguinte.

Tempo depois, ouvi alguns gemidos. Por certo tinha gozado. Uma deliciosa gozada por sinal! Lamentei não ter oferecido a minha solidariedade... Ele lavou as mãos, olhou-se no espelho, ajeitou os cabelos e saiu. Dei um tempo para não levantar suspeitas e voltei para a sala. Lá, Márcio e eu, apenas nos entreolhamos. O que tinha acontecido há alguns minutos atrás havia morrido dentro do banheiro. Demos então, continuidade ao trabalho. Naquele dia não se falou em mais nada. Não se falou mais em sexo.

Recomeçamos a nossa jornada sexual no dia seguinte na mesma hora de sempre. Fui à copa preparar o café e quando retornei, percebi que os meus dois colegas cochichavam. Tive a impressão de que falavam de mim, pois se calaram assim que entrei na sala.

— E aí, cara, temos uma coisa pra te perguntar? — soltou Márcio, depois de um breve momento de silêncio.

— O que é? Pergunta?

— Você gosta de sentar? — perguntou Márcio na bucha.

Neste momento, Lauro que, até então estava de frente para o computador, girou a cadeira, olhando na minha direção.

— Se eu gosto de sentar? Que papo é esse? Como assim?

— De sentar... na boneca? Dá ré no quibe? Queimar a rosca? — perguntou Márcio zombando. — Pode confessar, Cara!... Eu vi como você olhou pro meu pau ontem lá no banheiro. Além disso, eu já percebi como você me olha.

— Que isso!? Não é nada disso...

— Não é? — interrogou Lauro coçando a barba e me olhando com desconfiança.

— Pode falar, irmão, isso é normal. Todos nós já sentimos algum tipo de desejo assim um dia. Quem de nós já não teve na infância ou na adolescência uma experiência...?

— Já tiveram? — perguntei cismado, mas um pouco mais confortável.

— Claro, cara, isso é muito comum. Olha, eu já comi um colega de escola e o Lauro aqui, me contou, que já foi chupado por um primo. E você? Não tem nada para nos contar?

Aquelas confissões me tranqüilizaram. “Talvez se eu lhes contasse sobre as minhas fantasias me sentiria melhor”, pensei. Respirei fundo, pervaguei com o olhar a sala e larguei:

— Pois então, aí vai... Já que vocês estão sendo tão parceiros comigo, eu vou contar. De vez em quando, eu tenho sonhos com homens e quando eu era moleque tive duas experiências com um carinha mais velho.

— hum, sei... — disse Lauro, batucando com o lápis a mesa.

— E esses seus sonhos, são com caras conhecidos? — perguntou Márcio.

— A maioria não...

— Já sonhou com um de nós dois?

— Bem, só com você — respondi sem rodeios, me dirigindo a Márcio.

— Quer dizer que eu já te comi nos sonhos? — perguntou sorrindo. — Quantas vezes?

— Sim... umas quatro, acho!

— E você gostou? Gozou? Acordou com a cueca melada?

— Sim, muito...

Percebi que tanto Márcio como Lauro estavam ficando excitados com a minha confissão. Márcio enfiou a mão dentro das calças e começou a apalpar o cacete na minha frente. Quando dei por mim, ele já tinha desabotoado o jeans e descido o zíper. Pude ver a cueca branca que vestia.

— Você sente vontade de transar comigo?

— Não vou negar... às vezes penso nisso... Te acho bem tesudo!

Lauro sorriu... Transpirava excitado e curioso para saber como aquilo tudo ia terminar; Márcio, finalmente tirou o pau pra fora. Balançando-o na minha frente e friccionando-o com a mão, me perguntou:

— E se eu te pedisse para tocar uma punheta pra mim, você tocaria?

— Se ninguém se importar, eu toco... — ousei.

— Eu não tenho nada contra. — manifestou-se Lauro ao meu favor. — Vai lá, cara, manda ver!

Aproximei-me, olhando fixamente para aquele pau longo e grosso que Márcio sacudia na minha frente. Minha boca encheu de saliva. Desejava muito tê-lo nas mãos. Era suculento, realmente uma delícia.

— Vem, pega nele! Eu sei que você tá morrendo de vontade...

— Posso pegar?

— Claro, vai nessa... ele é todinho seu!

Segurei, deslizei a mão sobre ele, indo e vindo, da cabeça até as bolas. Márcio se arrepiou e em seguida deu um longo gemido.

— Você segura bem! Aí, cara! Acho que o nosso amiguinho aqui mentiu sobre apenas duas vezes?

— Por quê? — perguntei curioso.

— Você parece ter muita prática. Sabe segurar. Mas essa dúvida a gente pode tirar. É só você dar uma mamada. Assim, eu avalio melhor.

— Uma mamada?

— Sim, por que não? Agora que pegou, vai em frente!


Olhei para o cara do meu colega de trabalho tentando me convencer de que aquilo o que estava acontecendo era de fato um sonho. E pude perceber, por meio dos olhares e das expressões, que não era. Então, não me fiz de rogado, mergulhei de boca, sentindo pela primeira vez o sabor daquele pau que eu tanto desejava.

Sem nenhum pudor e enlouquecido de tesão, comecei lambendo em volta da cabeça, para em seguida, ir deslizando com a língua até o saco. Subi e abocanhei sem utilizar as mãos. Engoli o mastro até a metade e depois larguei. Dei uma rápida esfregada nele com as mãos e voltei a mamá-lo com ainda mais audácia. Márcio gemia gostoso. Aproveitei para tocá-lo nas coxas.

— Ó, que delícia... Com quem esse filho da puta aprendeu a chupar assim? Que boquinha safada! Melhor que boquinha de puta!

Desci e comecei a mordiscar o seu saco. Ele se arrepiou e enquanto eu me concentrava mamando as suas bolas, uma de cada vez, ele se masturbava batendo o pau contra o meu rosto.

— Isso, viadinho, agora mete a língua no meu cu... vai!

Não hesitei. Separei com os dedos o emaranhado de pêlos que cobria a sua virilha e meti a língua no seu cu. Ele gemia e se contorcia, virando os olhos e segurando firme nos braços da cadeira.

Num momento de vir à tona, dei de cara com Lauro, de pé e ao meu lado, balançando um caralho bem interessante.

— E aí, não vai me chupar também não! — perguntou. Também quero participar da brincadeira? — fez sorrindo.

— Claro... e por que não? — respondi surpreso com o que vi.

Segurei o pau do Lauro e o encostei rente a sua barriga. Comecei beijando e mordiscando o seu saco. Deslizei a língua pela haste até alcançar a glande e mergulhei mais uma vez tocando suas bolas. Ele foi ao delírio. Em seguida, me deu uma surra de pica e me fez abrir a boca apertando o meu pescoço.

— Isso, seu viadinho! Quero essa boca bem aberta, vou meter meu pau na sua goela.

Não apenas ameaçou, cumpriu as promessas. Enterrou o cacete na minha boca o máximo que pôde e quando viu que eu ia escapar me cingiu contra o seu corpo, segurando-me pela cabeça. Realmente heavy metal! Muito diferente daquele cara certinho que enchia o saco com a sua mania de trabalho.

Fiquei ali parado, sentindo o saco de Lauro atulhado contra os meus lábios, com a boca já cheia de saliva e esmegma quase a ponto de pôr tudo pra fora. Mas presenciar a minha aflição, não fez com que ele tivesse pena, pelo contrário, atochou ainda mais a vara, só que agora indo e vindo, movendo-se um pouco para frente e um pouco para trás.

— Me deixa fuder essa sua boquinha de viado!

Não demorou muito Márcio me libertou. Pediu que eu tirasse a calça e trepasse na cadeira com o rabo pra eles.

— Puxa, que rabo bonito... E esse cuzinho piscando, tá querendo pica, não tá?

Márcio arrebitou o meu rabo e começou a alisá-lo. Em seguida, meteu o dedo no meu ânus, forçando com ele uma passagem. Cuidadosamente, ele foi enfiando o indicador, me fazendo gemer e sentir um prazer alucinante. Lauro veio em seguida. Seu toque era mais intenso e agressivo. Se pudesse ele me arrombava com eles.

Desci da cadeira, que foi imediatamente ocupada por Márcio. Ele segurou a vara com firmeza e me chamou, balançando-a:

— Vem cá! Senta aqui!

Sentei. De costas para ele apoiando os meus pés nas suas coxas, ajudando-o a encontrar a entrada do meu cu. Senti o corpo estremecer quando a cabeça vazou. Em pouco tempo, ele já estava quase todinho dentro de mim.

— Ai, que delícia! Como você é gostoso!

— Melhor que no sonho?

— Mil vezes...

Lauro apareceu esfregando seu pau forçosamente contra os meus lábios. Abri a boca, deixando-o meter mais uma vez nela. Desabotoou a camisa de manga, deixando à mostra o peito peludo.

— Agora é minha vez, cara! Sai daí! — ordenou a Márcio. Quero meter nesse cu também.

Márcio levantou da cadeira e cedeu o lugar ao colega. Sentei-me de frente para Lauro, deixando-o enfiar o seu pau na entrada do meu cu. Não demorou muito para que ele me invadisse por inteiro.

Lauro era muito safado e sabia mexer gostoso, me fazendo cavalgá-lo deliciosamente. Rebolei inúmeras vezes em cima de sua vara. De vez em quando, ele me dava uns tabefes no rabo ou me apertava o pescoço, me fazendo abrir a boca para cuspir dentro dela.

— Abre a boca, sua puta!

Márcio, ora se masturbava presenciando o que acontecia, ora participava me dando o pau pra chupar.

Depois de algum tempo, me pus de pé. Márcio tirou a camisa (tinha o peito também bem peludo e suava muito) e estatelou-se na mesa de madeira que ficava no centro da sala. Curvei-me sobre a mesa e comecei a chupar seu cacete enlouquecidamente. Acariciei o seu peito, tocando os pêlos que desciam na direção do púbis. Lauro veio por trás. Roçou o caralho nas minhas coxas e meteu. Minhas pernas bambearam. Senti o meu cu se alargando, e um prazer tremendo. Márcio me pegou de surpresa; suspendeu um pouco o corpo e me segurou pela cabeça, me retendo ali, com a boca no seu mastro.

Subi na mesa. Abri bem as pernas, e deixei que Márcio me enfiasse o pau. Rebolei gostoso, sentindo as suas bolas se chocarem contra as minhas coxas durante o vaivém dos nossos corpos.

— Fica de quatro, fica! — pediu Márcio.

Ajoelhado em cima da mesa, esperei que Márcio viesse por trás. Meio que de cócoras, ele segurou a vara com jeito e começou a socar no meu cu, num intermitente tira e põe. Lauro me pegou pelos cabelos, e novamente me deu de mamar.

Chupei sua pica até me fartar e até ele trocar de lugar com o amigo.

— Vem pra cá, cara!

Sobre a mesa, flexionando os joelhos para ficar com o pau no nível do meu corpo, Lauro pincelou seu caralho nas minhas coxas e depois bateu no meu rabo inúmeras vezes com ele.

Meteu o dedão no meu cu e enquanto o atochava cada vez mais fundo, empurrou a minha cabeça para baixo me fazendo ficar com o rosto colado à mesa.

— Assim, quietinho. Com a cara na mesa. Sem vê o que eu vou fazer!

Márcio veio e meteu o cacete na minha boca. Desta vez agressivamente, atulhando-o até o saco. Fiquei sem ação. Lauro abriu o meu cu com as mãos e enterrou a geba sem dó nem piedade. Enlouqueci, gemi com gosto, sentindo sua vara alargando e tomando conta de todo o meu cu. O peso dele sobre mim, seu pau de tamanho considerável e sua maneira agressiva de meter não tardaram em me fazer pedir arrego.

— Ai, porra! Tira, por favor. Tá doendo!

— Tá doendo, sua bicha? É pra doer mesmo... Quem mandou você provocar a gente? Agora agüenta, vou meter até te deixar arrombado...

— Relaxa, cara! — disse Márcio, abafando os meus gemidos com o pau. — Você é macho! Você agüenta! — escarneceu.

Fiquei ali por alguns minutos servindo de puta para os dois. Levando simultaneamente pau no cu e na boquinha. Os dois já estavam a ponto de gozar. Márcio, gemendo alto e arfando, dava sinais de que ia explodir a qualquer instante. Levei a mão até as minhas coxas, tentando com ela, arrancar o mastro do Lauro, mas vendo que seria em vão as minhas tentativas de tentar afastá-lo, comecei a acariciar o seu saco. Deu certo, não agüentando mais arrombar o meu rabo, ele deslizou para junto do amigo.

— Vem cá, viadinho! Ajoelha aqui no meio da gente! Eu e o meu amigão aqui queremos te encher de porra.

Já sabia o que me esperava. Cada um de um lado, esfregando o pau contra o meu rosto, competindo na punheta para ver quem seria o primeiro a gozar. Levantei os olhos, atento a cada movimento que os dois faziam. Cada gemido, cada contorção, cada expressão de prazer que se erguia no rosto dos dois já bastava para me deixar louco de tesão. Por fim, depois de arfar um bocado, Márcio explodiu, despejando toda a sua porra em cima do meu rosto. Lauro veio em seguida, jorrando aos borbotões. Gozei também, estimulado pelas duas picas que passeavam pelo meu rosto, espalhando sobre ele todo aquele sêmen.

— Era isso que você tava merecendo, cara! Ficar com essa cara toda melada de porra! Pode ter certeza que a partir de agora você será a nossa bonequinha. Prepara bem esse cu, que isso só o começo...

Estação do Prazer  

Postado por MGrimaldi

Nada acontece por acaso. De vez em quando somos ajudados quando menos esperamos. Foi assim que não perdi o último trem daquela noite e também a oportunidade de não terminar o dia em branco. A estação em que eu desembarcava todos os dias tinha nome de personalidade política, mas, depois da transa que tive ali com um policial, acabou ganhando, ao menos na minha imaginação, um outro e delicioso nome: Prazer.


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O último trem partia exatamente às 23:45. Na estação de ***, costumava parar dez minutos depois. Olhei para o relógio digital, que ficava do outro lado da rua, e percebi que faltavam apenas três minutos. Tive que correr ou perderia de uma vez por todas a chance de tomar aquele trem. Cheguei a duvidar se conseguiria, mas quando cheguei à escadaria da estação e vi o trem ainda parado na plataforma, dei novas forças às minhas pernas e corri o máximo que pude.

Numa fração de minutos, desci as escadas, comprei um bilhete, girei a catraca e cheguei à plataforma. Mas assim que pus os meus pés na estação, o maquinista, acionando os botões de comando, ameaçou fechar as portas. No entanto, tive sorte, porque um PM que estava de pé na entrada, vendo todo o meu desespero, reteve-as com as mãos para que eu pudesse entrar.

— Valeu, cara.

— Que nada! — devolveu. — Esses filhos da puta sempre fazem isso! Esquecem que aqui tem trabalhador e não vagabundo.

— É verdade.

Olhei ao redor e vi que os assentos estavam lotados. Não havia onde se sentar. Contudo havia espaço suficiente no vagão para se poder estar confortavelmente de pé; Assim me apoiei à outra porta. Recuperado do susto de perder o trem, resolvi dar uma boa olhada no homem que fez a gentileza de impedir que as portas se fechassem.

Era um sujeito maduro que devia ter por volta de uns quarenta anos. De estatura mediana, moreno, de boa aparência e forte, consistentemente forte. Vestia uma farda de Policial Militar, usava barba cerrada e tinha uma cara de macho sacana, o que muito me excitou. Outro detalhe que me impressionou um bocado foi o volume. Algo verdadeiramente assombroso dentro daquela calça justa que compunha o uniforme da polícia. Em alguns momentos, tentei olhar discretamente, e, pelo estado que a coisa se apresentava, cheguei a duas hipóteses: ou ele estava com muita vontade de mijar ou estava de pau duro.

De frente para ele, não pude deixar de manjá-lo. “Que vara aquele filho da puta tinha!”. No trem, quase todos dormiam e os que estavam acordados tagarelavam ou matavam o tempo distraídos com uma bobagem qualquer. Eu, todavia, estava bem acordado e com os olhos fixos naquela delícia de homem. Examinando cada gesto, esquadrinhando cada músculo do seu corpo, principalmente aquele que me proporcionava um excitante espetáculo visual.

De vez em quando, ele escorregava o braço e disfarçadamente ia coçar o saco, ou dar uma ajeitadinha no dito-cujo, gesto que só me fez concluir que ele realmente estava em ponto de bala. “Se estava de pau duro, porque seria?” “Não havia nenhuma gostosona no vagão, nenhuma mulher que valesse a pena”.


Imaginei assim uma porção de coisas, mas nenhuma delas foi capaz de explicar as minhas suspeitas. Ele fechava os olhos, mas não dormia. Às vezes, os reabria e olhava em volta, vindo sempre pousar o seu olhar penetrante em cima de mim. Percebi que ele me olhava. Tinha fogo no olhar, mas não querendo imaginar coisas tratei de me aquietar e tirar todas aquelas esperanças do meu coração.

Num certo momento, ele abriu os olhos e me pegou olhando para o seu pau. Deu um sorriso sacana e vendo que eu não conseguia tirar os olhos de cima do seu instrumento, deu mais uma pegadinha, só pra provocar. Mesmo assim, fiquei meio cabreiro, pois, não consegui entender se ele estava me dando mole ou se estava apenas a fim de me zoar.

Por coincidência, descemos na mesma estação. Assim que a porta se abriu, ele saiu apressado. Eu, curioso e excitado, fui atrás, pois queria ver como ele reagiria fora do trem. Ali, poucos passageiros saltaram. A maior parte subiu a escada que dava para o lado de fora da estação. Eu, como de costume, prossegui, pois sempre saía numa catraca que ficava no final da plataforma. Olhei em volta para ver se encontrava o tal PM, mas nada. O cara havia evaporado.

Já quase não se ouvia passos e burburinhos e todos haviam ficado para trás. A estação esvaziou-se, e quando mais eu me distanciava mais afastado das pessoas ia ficando e mais sombrio e solitário ficava o lugar. Faltava pouco para chegar à saída, quando dei de cara com o policial encostado na mureta, mijando debaixo da escadaria. Tomei um baita susto porque imaginei que fosse um pivete saindo das sombras. Mas fiquei ainda mais assombrado quando vi aquele homem tentando devolver, sem sucesso para dentro das calças, aquela vara indecentemente grande.

— Foi mal, cara – disse. Te assustei?

— Não...

— Ih, acho que eu mijei o seu pé?!

— Não foi nada!

— Sabe o que é... tava muito apertado... tava louco pra dar uma mijada. Agora, tô aliviado.

— “Então por isso...” – pensei em voz alta.

— Então por isso o quê?

— Nada...

— Já sei, você percebeu que eu tava de pau duro? Não, foi?

— Não, que nada...

— Pode falar... Você notou a minha barraca armada?

— Foi, mas eu só olhei porque do jeito que a coisa tava qualquer um perceberia.

— Qualquer um? Mas e você, o que você achou?

— Cara, vai me perdoar, mas eu preciso ir... — desconversei.

— Calma, cara. Só quero saber se você gostou? Afinal durante toda a viagem você não tirou os olhos de cima de mim... E quer saber de uma coisa, eu fui com a sua cara. Até que você é bem jeitosinho.

Aquelas últimas palavras me desarmaram. Ele, então, segurou o meu braço, pegou-me pela nuca e me tascou um beijo.

— Gostou, cara?

Deu-me mais alguns beijos, apalpando-me o peito e as coxas. Eu estava, porém, meio apreensivo, pois tinha medo que alguém aparecesse e nos pegasse no flagra, mas ele me tranqüilizou:

— Relaxa cara, ninguém mais passa por aqui! Sente só... — disse ele, tomando a minha mão e indo pousá-la sobre o seu pau que endurecia. – Viu, isso é porque você está aqui. Eu tava mesmo louco de tesão naquele trem. Precisava me aliviar!

Sem medo, apertei aquela vara, que por dentro das calças ia tomando proporções assustadoras. Meu pau também crescia, mas em nada se comparava à imponência do policial. Ele me pegou por trás e começou a se esfregar contra mim. Quando senti que já estava estourando, me abaixei e fui tirar o passarinho da gaiola.

O pintarroxo (apelido carinhoso que deu a vara do PM) começou a cantar dentro da minha boca, ressoando entre os meus lábios, sibilando com o roçar da minha língua. Era grande e grosso, deliciosamente rombudo, de um sabor indescritível e de um cheiro de sabonete barato que me fizeram recordar do tempo de moleque quando eu prestava o favor de boquetear, um por um, os jogadores do time de futebol do colégio, durante o banho no vestiário.


Uma luz esquálida atravessava os espaços da escadaria e ia nos iluminar suavemente naquele canto escondido da estação. Assim, pude ver mais nitidamente aquela vara incrível e contemplar a satisfação que se estampava no rosto do PM enquanto empurrava para dentro da minha boca a sua rola suculenta.

Tirei seu saco pra fora e comecei a chupá-lo. “Nada me dava tanto prazer do que sugar um saco bonito.” O dele era lindo, consistente e peludo.

— Ah, filho da puta, tava na cara que você gostava de um caralho bem grande. Isso, porra, chupa a minha vara! Capricha! Toma seu puto!

Louco de tesão, ele me tomava pela nuca e, inúmeras vezes, arremessava a minha cabeça contra a sua cintura, me fazendo sentir seu pau no fundo da minha garganta. Levantei. Ele abriu o meu jeans e trouxe o meu pau pra fora. Tocamos assim juntos uma rápida punheta.

— Vira esse rabo! Eu quero ver!

Obedeci, empinei o rabo o máximo que consegui e deixei que ele desse uma boa olhada. Ele o acariciou e meteu o dedo no meu cu, examinando se teria problemas para penetrar. Depois de umas dedadas, meu cu cedeu. Estava tão excitado que senti que não teria o menor problema de ser enrabado por um pau tão grande. Com a cabeça, ele forçou uma brecha, e saiu rasgando, me fazendo gemer descaradamente.

— Oh, porra, me fode, vai... Mete tudo, vai... Como você é gostoso, seu filho da puta!

Ele gostava de bater na minha bunda e de dizer palavrões enquanto me enrabava. De vez em quando tirava o pau, e ia pincelá-lo nas minhas coxas. Nessas horas, eu ia ao delírio.

— Vem cá, de pé!

Trocamos beijos e carícias. Ele suspendeu a minha camisa, alisou o meu peito e mamilos. Desceu as calças e me sarrou. Durante os beijos, brincou com o meu pau. E, depois de uma rápida encoxada, fui ao chão, chupar mais uma vez o seu caralho até não poder mais. Percebendo que aquele lugar sujo e úmido não era adequado à nossa foda, ele me lançou contra a parede, enfiando-me a pica e me suspendendo numa alavanca.

- Ai, porra, que delícia! Vai que eu tô quase gozando.

Não suportando mais, gozei. Uma longa e gostosa gozada. O policial, por sua vez, continuou metendo. E assim que percebeu que ia gozar, colocou-me no chão, me fez ajoelhar e abrir a boca. Esperei ansioso, que ele matasse a minha sede.

Contraiu-se inúmeras vezes, numa dolorosa punheta, ameaçando transbordar. De repente, um jato contínuo de porra quente e pegajosa esguichou daquele pau maravilhoso. Fiz questão de tomar todo o seu leitinho, até mesmo o que havia caído fora de minha boca. Era uma forma de carregar comigo uma lembrança daquele policial que tinha sido tão gentil, não só por ter segurado as portas do trem, mas por ter me dado o prazer de experimentar uma pica tão incrível e inesquecível naquele fim de noite depois de um estressante dia de trabalho.



Ao Mestre, Com Carinho  

Postado por MGrimaldi

Professores são profissionais essenciais. Não dá para prescindir deles. Todos concordam sobre a importância que os professores exercem em nossas vidas. Diga de passagem, Pedrinho que, além de aprender um bocado com as aulas de Biologia do Professor César, aprendeu com o mestre deliciosas lições sobre o seu próprio corpo e sobre os prazeres de um sexo muito bem feito. Uma lição inesquecível que ele vai guardar para toda a sua vida.


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Pedrinho era bem capaz de dar qualquer coisa para transar com o professor de Biologia. Sonhava frequentemente com ele, enfiando o pau — que imaginava grande e grosso — no seu cuzinho apertado e ainda virgem. Pedrinho tinha uma imaginação muito fértil e, por isso, costumava fantasiar com o seu mestre e com alguns colegas de classe.

O seu pensamento ia longe durante as aulas de Biologia, sobretudo quando os seus olhos encontravam o corpo másculo e atraente do professor. César, um moreno alto que, no chute, devia ter uns 40 anos e que lecionava apenas há alguns meses naquele pequeno colégio de periferia. Era um homem corpulento de constituição taurina que recheava bem com suas coxas grossas e seu traseiro farto os jeans normalmente surrados que costumava vestir. Usava também óculos de armação redonda, ostentava alguns charmosos fios brancos na cabeleira negra e um cavanhaque que deixava Pedrinho arrepiado só de pensar nele roçando contra a sua pele delicada.

Pedrinho não era um aluno aplicado. Era distraído, preguiçoso e quase nunca terminava as lições que os professores lhe pediam. Pelo comportamento relapso e pelo péssimo desempenho que apresentava em quase todas as matérias, vivia levando bomba nos exames. Contudo, por razões óbvias, devotava especial atenção às aulas de Biologia (ou melhor, ao professor) o que lhe rendeu de certa forma, naquele primeiro semestre uma nota um pouco acima da média: 6,5.

Na sexta-feira passada, adormecido no último banco da sala, teve um sonho bem picante: o professor finalmente o deflorava bem na frente de toda a classe. Estava a ponto de receber um delicioso jato de porra na cara, quando sentiu uma mão pesada bater no seu ombro esquerdo.

— Hei, rapaz, acorda! Isso são modos. A aula acabou!

— Hã, o quê? — balbuciou Pedrinho completamente perdido.

— Você dormiu a aula inteira. Perdeu uma grande parte da explicação. Só quero ver no dia da prova? Vamos rapaz, de pé! A aula acabou. Precisamos sair. Não posso lhe deixar sozinho na sala.

Ergueu-se meio cambaleante e pôs a mochila nas costas. Atabalhoado, permaneceu alguns minutos olhando a esmo, até defrontar-se com o professor de costas, apagando o quadro.

A visão daquela bunda larga e apetitosa, movendo-se suavemente enquanto o quadro-negro era minuciosamente apagado, acendeu novamente na sua imaginação o rastro do prazer que tivera durante o sonho. Seu pau foi às alturas e ele, por algum tempo, delirou de tesão, filmando aquele rabo delicioso e imaginando como seria gostoso poder senti-lo em suas mãos.

De repente, o professor se virou e apanhou o menino de pé, olhando-o de forma curiosa. Pedrinho, num reflexo se sentou, pondo a mochila no colo a fim de esconder que estava de pau duro.

— Menino, eu já disse: A aula acabou! Você já pode ir embora!

O aluno não respondeu. Continuou em silêncio, olhando com olhos arregalados para o professor.

— Não posso!

— Não pode? Como assim, não pode?

— É quê?

— É que o quê? Rapaz, eu já disse: a aula acabou! Você pode ir!

— Não, senhor, eu não posso. Não, agora. — disse apertando ainda mais a mochila contra o colo.

— O que você tem na mochila?

— Nada senhor.

O professor desconfiado foi até o rapaz e lhe tomou a mochila. Abriu-a e nada encontrou além de um inofensivo material escolar. Mas, não satisfeito, olhou para Pedrinho com a cara de quem não havia se convencido e suspeitando de algo mais, mandou que ele se levantasse.

— De pé, quero conferir o que tem nos bolsos?

Pedrinho a princípio hesitou, mas acabou obedecendo. Pondo-se de pé, o professor finalmente pôde descobrir por qual razão o aluno o desobedecia. A calça azul de malha do uniforme estava estufada. O professor, que não era bobo, sacou na hora o que estava acontecendo.

Apesar dos pesares, achou melhor não constranger mais o rapaz. Voltou para sua mesa sem dizer uma só palavra e continuou guardando seus objetos pessoais. Pedrinho, sem saber o que fazer ou dizer, atravessou correndo a sala e saiu.

Na terça-feira o professor prosseguiu dando aula normal. Apesar de Pedrinho temer algum castigo ou reprimenda, não se ouviu falar no que havia de fato acontecido naquele final de tarde de sexta. Pedrinho, encabulado durante toda aula, evitou olhar diretamente para o professor. Temia não só seus olhares de censura, mas também ficar mais uma vez de pau duro. O professor parecia indiferente, como se o ignorasse.

— Pedrinho — proferiu o professor, nos últimos dez minutos de aula — por favor, não saía de sala! Preciso falar com você a sós.

O sinal bateu e os alunos saíram apressados. Aquela era a última aula do dia e todos estavam ansiosos para irem para casa. Pedrinho estava, contudo, apreensivo, com medo de que o professor o envergonhasse ou o repreendesse severamente.

— Aproxime-se rapaz! Preciso falar com você. É sobre sexta-feira passada.

Suas pernas tremeram após ouvir esta última frase. Algumas gotas de suor começaram a escorrer do seu rosto. Temeu pelo pior. “O professor havia comunicado o ocorrido ao diretor. Era expulsão na certa.” Aproximou-se da mesa arrastando os pés. O professor olhava para ele de uma forma muito peculiar e enigmática. Não pôde ler nas suas expressões o que estava por vir.

— Quantos anos você tem, rapaz?

— Eu, eu fiz dezoito há pouco.

— Dezoito? Hum! — emitiu, coçando o queixo.

— E pelo que vejo, ainda é virgem? — perguntou o professor na bucha.

— Vir-gem! — repetiu, fingindo indignação.

— Sim, virgem, nunca teve experiências sexuais antes?

— Não, senhor! Já tive sim... Muitas...

— Muitas... Então, o que foi aquilo que aconteceu na sexta?

— Nada, professor...

— Rapaz, não minta pra mim! Como aquilo não foi nada? Eu não sou idiota! Não se esqueça que eu sou mais velho e experiente. Sei reconhecer direitinho uma ereção.

— Sa- be?!

— Sei... — respondeu com firmeza o professor, posando uma das mãos sobre o ombro esquerdo de Pedrinho.

— Eu apenas quero lhe dizer que isso é normal. Acontece... Fique tranqüilo, não pretendo contar nada a ninguém. Não se esqueça que eu também já tive a sua idade. Esse será um segredo nosso. Eu quero apenas lhe ajudar.

— Me ajudar?

— Sim, lhe ajudar. Ajudar a você a controlar toda essa sua ansiedade. Eu lhe garanto... depois de algumas lições isso não vai mais se repetir.

— Mas como?

— Deixa isso comigo, rapaz? Só peço que confie em mim!

O professor então foi até a porta e girou a chave. Voltou, sorriu por entre os dentes e ordenou:

— Sente-se na mesa, rapaz! Eu vou lhe mostrar...

Escorregou as mãos pelo peito de Pedrinho, indo com uma delas, segurar o cordão da calça do uniforme e com a outra, apalpar de leve a coxa esquerda do menino.

— Calma! Você está tremendo? Não se preocupe eu não vou lhe machucar!

Pedrinho estremeceu. Não podia imaginar o que aconteceria, mas sentir as mãos fortes e quentes de seu professor em seu corpo era mais do que ele podia sonhar. César puxou o cordão, desamarrando-o. Em seguida, desceu simultaneamente a calça e cueca do rapaz, fazendo seu pau saltar para fora. Segurou com firmeza o pinto do aluno que rapidamente foi se encorpando no calor de suas mãos.

Começou a masturbá-lo de leve, subindo e descendo, dizendo para ele respirar com calma. Pedrinho fechou os olhos e gemeu, tinha sido arrebatado pelo prazer. Pela primeira vez um homem de verdade lhe tocava.

O professor abaixou, deu um cheiro no saco do rapaz e, em seguida, pôs-se a lambê-lo.

— Nossa, como eu gosto dessa juventude!

Abocanhou-o de leve, sugando-o enquanto aumentava a pressão da punheta. Pedrinho arfava violentamente, delirando de tesão.

César, de pé, largou o pau do menino e abriu a calça. Desceu a cueca branca e deixou aparecer um imenso caralho, longo e grosso, muito parecido com o que o menino havia sonhado. Pedrinho abriu os olhos e teve uma visão. Não podia acreditar!

— Vem cá! Quero te ensinar uma coisa!

O aluno desceu da mesa e agachou. Olhando extasiado para aquele jeba descomunal, Pedrinho sentiu o seu cuzinho piscar.

— Abre a boca! — ordenou o professor, balançando o pau contra o rosto do rapaz.

Pedrinho obedeceu. O professor então, empurrou a cabeça do pau para dentro da boca do menino, que pela primeira vez sentia a textura, o gosto e o cheiro de um cacete de macho.

— Isso, beija a cabecinha! Passa a linguinha, viadinho! — gemia. — Que nem uma putinha, assim!

Timidamente o rapaz obedeceu a todas as recomendações do professor, que a todo o momento, elogiava seu desempenho que ia melhorando a cada carícia.

— Agora, lambe o meu mastro! De baixo para cima. De cima para baixo! Assim, bem gostoso! Abocanha a cabecinha! Desse jeito, com calma e bem gostoso.

Pedrinho parou um instante, segurou aquele longo mastro que mal cabia em suas mãos para admirar o saco grande, flácido e excessivamente pentelhudo que o seu professor tinha.

— O que você está olhando? Gostou do meu saco? Vai lá! Dá uma mamada, ele é todinho seu!

Pedrinho escorregou e foi mamar as bolas do professor que lhe ensinou passo-a-passo como devia ser feito.

— Tá bom! Agora toma o meu pau!

O rapaz mamou e lambeu a cabecinha, mas foi surpreendido quando o professor segurando-o pela cabeça, meteu-lhe na boca a vara, empurrando-a goela abaixo.

Pedrinho, com os olhos esbugalhados, assistia passivo, o professor lhe enterrar sem parar na goela a rola, fazendo-o salivar um monte.

— Levanta, bichinha! Fica de pé! Vira esse cuzão para mim!

Pedrinho, como um bom menino que era, obedeceu. De costas para o professor, empinou o rabinho, apoiando parte do seu corpo na mesa.

— Olha, que coisa linda! Que cu maravilhoso é esse! Apertadinho e cheio de pregas.

César alisou a bunda de Pedrinho. Em seguida, respondendo aos seus instintos de macho, deu algumas apalpadelas e safanões fazendo o corpo de seu pupilo incendiar de tesão. Enfiou o indicador no ânus do rapaz, dedando-o devagarzinho, desabrochando seu pequeno e apertado botão. Agachou, separou com jeito as ancas, deu-lhe uma cusparada certeira e meteu a língua.

Ora lambia fazendo pressão, ora empurrava os dedos vigorosamente, conquistando aos poucos o buraco do aluno.

Ergueu-se, segurou com jeito a vara e alargando com os dedos uma brecha, enterrou sem nenhuma compaixão o seu imponente mastro no cu, ainda não explorado de seu pupilo. Pedrinho soltou um gemido longo, mas agüentou firme, mordendo o antebraço, enquanto o professor encaçapava a sua bundinha lisa.

Suas pregas iam folgando a cada estocada e, aos poucos a dor cedia, dando lugar a um prazer inexplicável. O macho metia gostoso, firme e com jeitinho, fazendo o máximo para não traumatizar o aluno na sua primeira vez.

Pedrinho gemia passando a mão pelo pau e saco. O professor de olhos entreaberto, num frenesi louco, gingava o seu corpo delicioso para frente e para trás, metendo agora com mais vigor. Pedrinho, gemia, suspirava e tremia.

— Ai, professor, como isso é bom! Aiii!!!

— Tá gostando, viadinho? Isso é só o começo! Ainda tem muito mais.

Tirou a rola do cu do menino, e com ela lambuzou as coxas dele, espalhando nelas um pouco da sua baba. Em seguida, sentou-se na beira da mesa, segurou a rola com jeito e ordenou que o aluno o mamasse.

Pedrinho avidamente colocou o membro do professor na boca, chupando e lambendo-o com desenvoltura.

— Ai, caraaaalho! Agora você se superou! — disse o professor admirado.

— Tendo um professor como o senhor, esse é o mínimo que eu posso fazer. Se o senhor prometer me ensinar, eu juro que vou aprender tudo direitinho.

— Assim que eu gosto! Se todos os alunos fossem assim tão aplicados como você... Mas agora, cai de boca!

Depois uma rápida chupada, o professor, já sem calça e com a camisa social desabotoada, esparramou-se pela mesa e pediu que Pedrinho sentasse na cara dele. O menino obedeceu. O professor então, enfiou-lhe a língua no cu, forçando com ela uma passagem. Pedrinho, após se masturbar sentindo aquela língua habilidosa roçando-lhe o rabo, debruçou-se sobre o seu macho, indo abocanhá-lo mais uma vez. O professor aproveitou para espalmar e apertar a bunda do rapaz, enfiando não apenas a língua, mas também os dedos no seu orifício anal.

Em seguida, os dois ficaram de pé; trocaram algumas carícias, alguns beijos. Pedrinho mordiscou os mamilos de César e escorregou lambendo e sugando o peito peludo do seu primeiro macho. Depois de um rápido boquete, o professor prensou o menino contra a parede, enfiando-lhe, de uma só vez, o cacete. Suspendeu-o contra o quadro-negro, subindo e descendo, fazendo o rapaz apagar com as costas parte do que estava escrito a giz. Pedrinho gemia, se contradizia, implorava por mais e por menos e urrava, sentindo as mãos quentes do seu professor assentadas nas suas nádegas.

De uma hora pra outra, de tanto o seu pau roçar no abdômen de César, gozou. Nunca tinha gozado antes daquela maneira. Um esguicho! Nem nas suas melhores punhetas. Estava exausto, desfalecido, completamente entregue nos braços do professor que continuou metendo com força até não poder mais.

Tirou a vara e arriou o rapaz. Olhou-o com muito tesão, enquanto esfregava o pau suado contra o seu rosto.

— Abre a boquinha, abre!

Segurou Pedrinho pelos cabelos e se masturbou, até jorrar lambuzando todo o rosto imberbe do aluno. Para terminar, tascou-lhe um beijo demorado, demonstrando o quanto havia gostado de comer aquele rabinho.

— Meu gostoso, agora você já aprendeu a lição, mas fique sabendo que eu ainda tenho muitas outras para lhe ensinar.

— Bem, professor. Eu sei que não tenho sido um bom aluno, mas de hoje em diante, prometo que vou melhorar.

— Estou certo que vai... Se você continuar assim Pedrinho, em breve vai ganhar um dez.