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Aulas Particulares  

Postado por MGrimaldi

Gustavo não gostava de Biologia e nem tirava boas notas nesta matéria. Mas dependia prioritariamente dela para passar no vestibular e se formar em Medicina. O tio, então, sugeriu contratar um professor particular, mas apesar de o rapaz não ter gostado da idéia, acabou concordando. Foi, sem medo de errar, a decisão mais acertada que tomou! Pois, só assim pôde conhecer o professor Guerreiro, um desses tipos de profissional de ensino capaz de exibir todos os seus dotes a fim de transmitir aos seus alunos mais atenciosos todos os seus conhecimentos e experiências.


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Gustavo era um rapaz muito inteligente, mas ainda que fosse um estudante dedicado, apresentava dificuldade em certas disciplinas. Passava muitas horas, debruçado sobre os livros preparando-se para as provas do vestibular, pois sonhava um dia vir a ser médico. Contudo, para que o seu sonho pudesse ser realizado, precisava antes de tudo, de uma coisinha: melhorar suas notas em Biologia.

O tio, com quem Gustavo vivia em uma pequena, mas confortável quitinete, sensibilizando-se com o drama do sobrinho, apareceu certo dia, com o que poderia ser a solução: contratar os serviços de um professor particular que, por duas ou três vezes na semana, viria lhe dar aulas de Biologia.

Gustavo, a princípio, não gostou da idéia. Se matava de estudar e não queria, naquela altura do campeonato, ter que adotar um novo regime de estudos só por causa de um desconhecido que viria lhe dar ordens. Mas percebendo que uma recusa, aborreceria o tio, resolveu ser um pouco mais flexível e ver como poderia lucrar com as aulas.

Às 3 da tarde de uma sexta-feira, a campainha soou. Neste momento, Gustavo estava no sofá da sala, assistindo a um pornô gay e se masturbando.

Caralho, que merda! Será que o meu tio voltou? — perguntou a si mesmo, enquanto trombava nos móveis, desligava o filme e recolocava o pau para dentro da bermuda. — Vai ver ele esqueceu alguma coisa?... Não!... Já faz tempo que ele saiu. E se fosse ele já teria aberto a porta? Deve ser outra pessoa?!

A campainha tocou mais uma vez.

— Será que é o tal professor? Mas ainda tá cedo — disse, olhando o relógio de pulso. — Marcamos para as quatro... ainda são duas... Que bosta! Logo agora... Será que ninguém mais tem o direito de bater uma punheta em paz?! Porra, e eu tava quase gozando!

Novamente, a campainha tocou...

— Já vai... Porra, peraí! Já vou abriu. Um momento... Tô procurando a chave. Ora essa, como eu vou atender a porta assim? Meu pau ainda tá duraço. Que se dane, não mandei virem me amolar.

Gustavo abriu a porta e, tentando ocultar que estava de pau duro, escondeu-se por detrás dela. Do outro lado, um moreno baixo, parrudo e interessante, mas com cara de cdf, vestido com uma calça social e um suéter de tricô estendeu o braço em sinal de cumprimento e se apresentou.

— Boa tarde, rapaz, meu nome é Ricardo... Ricardo Guerreiro. Mas você pode me chamar de Guerreiro... Professor Guerreiro... Creio eu que o seu tio tenha lhe falado de mim. Serei o seu professor de Biologia.

— É... eu sei — respondeu Gustavo, coçando a cabeça e esboçando um sorriso no canto dos lábios. — É, ele me disse... Eu me chamo Gustavo. — apresentou-se saindo detrás da porta, estendendo a mão e respondendo ao cumprimento. O senhor pode ficar à vontade.

— Com licença! — solicitou o professor, reparando de relance na trolha ainda à meia bomba de Gustavo.

O professor entrou no apartamento. E enquanto caminhava até o centro da sala, Gustavo, de antenas ligadas, começou a reparar no potencial de seu novo mestre. Examinou-o de cabo a rabo, fazendo um esforço imaginativo para tentar descobrir que tipo de homem habitava por detrás daqueles óculos de armação pesada e daquelas roupas de nerd.

Tinha uma bunda gostosa. Isso lá tinha! Foi o que logo de cara percebeu. E pelo porte, notou também que, apesar das roupas fechadas, devia ostentar um corpo interessante, senão bonito.

“Nossa que rabo! Ainda mais nessa calça justa. Isso é até provocação! E eu que achei que teria aulas com um carinha escroto e chato. Ele pode até não se vestir bem, mas quem com um homem desses pensaria em moda? O que eu gostaria de fazer neste momento é arrumar uma maneira de me livrar é dessas roupas.”

— Então, você é o Gustavo! — perguntou o professor enquanto se sentava. — Seu tio me falou muito de você. Disse que você é muito estudioso e, pelo que eu posso ver, além de aluno aplicado, você também é esportista?

— Sim, eu sou... Faço parte da equipe de Atletismo do colégio e jogo um futebolzinho de vez em quando com a rapaziada.

— Bom... Muito bom! Tem um belo físico, meu rapaz.

— Obrigado — agradeceu Gustavo, imaginando que tal elogio podia ser um sinal de interesse por parte do professor.

— Mens sana, corpore sana... Nada melhor para quem deseja passar no vestibular. Boa alimentação, dormir bem e praticar atividades prazerosas. Bem, mas deixando de papo furado, que tal irmos aos nossos estudos?

— Sim, o senhor pode se sentar deste lado da mesa — disse o rapaz indicando-lhe o lugar. — Eu fico aqui.

Gustavo arrumou a mesa de estudos, colocando sobre ela livros, cadernos e outros apetrechos necessários. O professor abriu um livro e achando um assunto mais simples, resolveu começar por ele, a fim de averiguar os conhecimentos de seu aluno.

Gustavo, por sua vez, parecia extremamente compenetrado; mas não estava atento à lição, tinha apenas olhares para o professor. Não deixou de reparar que, apesar da idade, dos óculos e do penteado fora de moda, o homem que lhe ensinava era muito bem apanhado e tinha algo nele que o atraía imensamente.

O pau latejava dentro da bermuda e a vontade que ele tinha era tirá-lo pra fora e se acabar numa bronha. Mas preferiu disfarçar, afinal não havia indícios concretos que comprovassem algum interesse por parte do professor que, a todo tempo, mostrou-se discreto e empenhado em prepará-lo para as provas.

Não querendo, porém, perder a chance, Gustavo, que tinha bastante prática nesses tipos de joguinhos de sedução, começou a se insinuar. De vez em quando, roçava a perna nas pernas do professor ou suspendia a camiseta, achando que uma pequena amostra do seu abdome sarado seria o meio eficiente para testar as reais intenções do professor. Mas nada parecia surtir efeito.

Apesar de ter elogiado o meu corpo e dos olhares suspeitos, esse filho da puta é hetero. Tô vendo que desse mato não sai coelho. Que pena, logo agora, que eu tava precisado de pica! Mas não faz mal, pelo menos tem algo de bom, vai me servir de inspiração. Assim que ele sair, eu corro pro banheiro e me acabo na punheta.

Cansado, Gustavo saiu da sala e foi à cozinha tomar um pouco de água. O professor ficou por alguns minutos a sós. Neste ínterim, o homem se levantou a fim de relaxar os músculos que já estavam tensos de tanto permanecer sentado e foi até a janela tomar um pouco de ar. Na volta, esbarrou num aparador de revistas, derrubando alguns objetos no chão. Dentre os objetos que recolheu, estava o dvd gay intitulado “Anéis de fogo”, que Gustavo escondeu no meio das revistas minutos antes de ele atender a porta.

Somando dois mais dois, o professor chegou à conclusão de que aquele vídeo era de seu aluno e que, provavelmente ele o assistia no momento em que chegou.

Deu uma rápida olhada na sinopse e, se sentiu excitado com as imagens de homens fortes e viris fazendo sexo entre si. E antes que o seu aluno voltasse, escondeu a fita entre os seus pertences. Gustavo retornou a sala e encontrou o professor de pé, olhando-o de modo suspeito e com um volume estufado dentro das calças.

Porra, por que esse cara tá me encarando? E esse volume? Não tava aí há minutos atrás. Se for isso tudo mesmo, caralho, deve ser i-men-so...

— Vamos nos sentar, meu rapaz! — disse o professor, — Temos ainda muita coisa pela frente.

Os dois se sentaram em seus respectivos lugares, e depois de meditar um pouco, folheando as páginas do livro, o professor resolveu que já era hora de ensinar ao seu pupilo uma lição mais avançada.

— Bem, pelo que pude ver, você já tem um bom conhecimento básico... Mas e do avançado...? Acho que você precisa saber algo a mais... Algo que vai além, algo mais físico da Biologia. Algo como anatomia ou reprodução humana? — sugeriu pondo uma das mãos na coxa do rapaz.

— Anatomia e reprodução? Mas isso cai na prova?

— Se cai na prova, acho que não muito... Mas você não acha que todo rapaz da sua idade não deveria saber bastante sobre esses assuntos? Conhecer o próprio corpo e os prazeres do sexo é sempre uma boa lição. Você não acha?

— Acho... repetiu Gustavo gaguejando. — Mas eu acho que eu não tenho em casa nenhum livro sobre o assunto.

— Livro? — sorriu. — Não precisa de livro. Pra quê livro, se você pode ter uma aula prática? — disse o professor, subindo com a mão pela coxa de Gustavo e indo de encontro ao seu caralho. — Pelo jeito, você tem aqui tudo o que precisamos, não acha?

Gustavo não pôde responder, porque gemia de prazer, alucinado por ter o pau apalpado pelo professor. Este se aproximou, agachou e começou a esfregar a sua boca contra o volume que havia se formado na bermuda de Gustavo. Suas mãos subiram por dentro da camiseta do aluno, acariciando-lhe o peito.

— Presta atenção... Você agora irá aprender uma lição da qual jamais esquecerá.




Abriu a bermuda de Gustavo e tirou o seu caralho pra fora. Depois de olhá-lo com admiração, passou-lhe a língua por toda a extensão, indo do saco à cabeça avermelhada. Descreveu uma rápida órbita em volta da glande, arrancando arrepios e gemidos intensos de seu pupilo para, em seguida, subir e dar-lhe um demorado beijo de língua.

— Vamos tirar esta camiseta, garotão! Preciso examinar mais de perto a sua musculatura.

Passou os dedos pelo peito de Gustavo brincando suavemente com os seus mamilos. Depois, se afastou um pouco e começou a desabotoar lentamente a sua camisa. Em poucos minutos, estava ele, com a camisa aberta e o peito à mostra. Um belo peitoral que superou as expectativas iniciais e fantasiosas de Gustavo.

— Puxa, tudo isso!

— Vem cá, senta aqui! — ordenou o professor — derrubando com a mão tudo que estava sobre a mesa.

Gustavo obedeceu. Sentou-se na beira da mesa. O professor então lhe retirou a bermuda e a sunga, e se posicionou entre as suas coxas. Segurou-lhe com delicadeza o mastro e começou a tocar de leve uma punheta.

— Era isso que você estava fazendo quando eu cheguei, não era? Eu interrompi? Fica tranqüilo, eu vou te compensar, garotão.

Gustavo se contorcia sentindo a mão firme do seu professor subindo e descendo, deslizando em seu pau.

— Nossa, como você é sacudo? ...e esse seu pinto é delicioso. Você quer uma mamada?

— Quero... quero professor.

O professor levou o rosto até as bolas de Gustavo e começou a chupá-las, sugando e colocando-as uma de cada vez, com o máximo cuidado, dentro de sua boca.

— Tá gostando, garotão? Tá... eu tô vendo nessa sua cara safada!

Suavemente deslizou os lábios pelo mastro do rapaz até tocar com eles a glande. Chicoteou-a várias vezes com a língua, para em seguida mergulhar, abocanhando a vara o quanto pôde.

— Ai que delícia de mamada! Continua... gostoso... — pediu Gustavo.

O professor segurou as pernas de Gustavo, dobrando-as de modo que os joelhos quase tocassem o peito dele. Alisou suas coxas, e foi-se aventurar no meio delas, primeiro, mordiscando o seu imenso saco peludo e depois lambendo o seu cuzinho apertado. Tinha uma língua grande, dura e habilidosa que foi, inúmeras vezes, socada e enterrada no cu do rapaz.

— Ai que gostoso! Vai meu tesão, vai me fode com essa língua! — rogou o estudante.

— Vem cá, cara! Agora é a sua vez! Me paga um boquete!

Gustavo desceu da mesa e deslizou pelo corpo do professor, lambendo-o até chegar à altura de seus quadris. Desafivelou o cinto, abriu o botão e o zíper da calça e se pôs a beijar suavemente a parte exposta da sua região pubiana. Guerreiro, explodindo de excitação, trouxe para fora, sem retirar a cueca, a sua piroca grossa e pentelhuda.

— Não era isso que você tava procurando, garotão? Agora mama! Vamos!

Gustavo caiu de boca, lambendo o cacete de cima a baixo, esfregando-o contra o seu rosto como se fosse um sabonete. Guerreiro o reteve pela nuca, empurrando com certa violência o rosto do rapaz contra o seu sexo.

— Fica de pé e vira esse cuzão pra mim!

O rapaz rapidamente atendeu. Inclinou o corpo pra frente, debruçando-se sobre a superfície da mesa.

— Abre esse rabo pra mim! Abre!

Gustavo, com as mãos separou bem as ancas, deixando caminho aberto para o professor. Este, antes de meter, fez um fio-terra completo no rapaz. Esfregou-lhe o cacete nas coxas, deu-lhe com ele umas pancadas na bunda e, depois de untar bem com saliva a cabeça do pênis, enfiou sem pressa.

— Quero comer esse seu cuzinho bem devagar! Vou entrar todinho nele!

Aos poucos o cacetão de Guerreiro foi invadindo e alargando o rabo de Gustavo que gemia alucinado.

— Isso, mete no meu cu! Você não sabe o quanto eu tava precisado de rola!

— Você quer rola, não quer? Vou te dar! Vou colocar ela todinha nesse cu, até as bolas...

Depois de socar várias vezes a rola pra dentro do cu de Gustavo, o professor sugeriu que eles trocassem de posição.

— Vira de frente, garotão!

Gustavo deitou-se sobre a mesa. O professor, então, pegou-o pelas pernas e o colocou na posição do frango assado. Introduziu-lhe a cabeça na entrada do cu e, apoiando o seu corpo nas pernas dele, foi lentamente lhe enfiando o pau.

— Tá gostoso porra? Tá?

— Hã, hã, muito gostoso!

— Pois é, vai ficar ainda melhor! — disse tirando a vara e se afastando um pouco.

— Onde você vai, porra! — perguntou Gustavo.

— Já volto já, garotão... Agüenta as pontas...

Gustavo ergueu um pouco a cabeça e viu o professor tirando de sua bolsa um objeto.

— Você se lembra disso? — perguntou o professor, mostrando-lhe o DVD. — Você estava assistindo quando eu cheguei? Que tal se o assistirmos juntos?

— Por mim, tudo bem — aceitou Gustavo.

O professor foi até o aparelho e pôs o DVD. Minutos depois, as primeiras imagens começaram a aparecer na tela. Sentou-se no sofá, balançou o pau e chamou o rapaz para perto dele.

— Vem cá, garotão! Vem mamar a minha piroca! Vem!

Gustavo foi até o sofá e de joelhos, enfiou-se entre as pernas do professor. Segurou o cacete dele com gosto e voltou a boqueteá-lo. Na tela, dois homens musculosos se engalfinhavam, um alisando o corpo do outro.

— Peraí, porra, me deixa fazer uma coisa! — disse o professor, retirando de vez a cueca. — Agora, continua mamando...

O estudante alisou a vara do professor com as mãos, passou a língua delicadamente no freio, e depois a engoliu, fazendo um esforço danado para tê-la toda dentro da boca.

— Você gosta de um filminho sacana, viadinho? Te excita ver esse tipo de coisa?

— Sim, muito... muito... — repetiu Gustavo olhando de lado para a televisão enquanto mamava a rola de Guerreiro.

— Pois, eu também gosto muito... Qualquer dia desses, vou te levar lá em casa, pra gente assistir juntos uns filminhos maneiros que eu tenho. Agora, vem cá, sobe aqui, garotão!

Gustavo, primeiramente, se posicionou de frente para o professor que, empinando a vara, encontrou mais que depressa uma brecha entre as coxas do estudante. O vestibulando foi sentando aos poucos, acomodando-se, sentindo o pau de Guerreiro deslizar para dentro do seu cu. Tempos depois, trocou de posição. Agora, se pondo de costas para ele, ficando de olhos bem atentos na TV enquanto era gostosamente enrabado.

Para facilitar a penetração, Gustavo apoiou os pés nas coxas do professor. Em seguida, com as mãos firmes de Guerreiro sustentando as suas nádegas, o rapaz, muito à vontade, se pôs a cavalgar e rebolar no mastro.

O professor ainda mais estimulado com o que acontecia no filme, mordeu algumas vezes, a nuca de Gustavo, enquanto empurrava vigorosamente o seu pau pra dentro do seu aluno.

— Aiiii que delícia! Isso, meu gostoso me fode! Põe todo esse pau no meu rabo!

Aos solavancos, caíram os dois de lado no sofá; O professor metendo a rola cada vez mais forte e o aluno gemendo e implorando pra ser enrabado com ainda mais intensidade. Guerreiro atendeu fazendo o possível pra socar até as bolas no cu de Gustavo. Em seguida, segurou a jeba do seu aluno e começou a masturbá-lo no ritmo da foda. Não demorou muito para que Gustavo gozasse, lambuzando toda a mão do professor.

— Toma filho da puta! Prova um pouco da sua porra! — disse o professor esfregando a mão na cara de Gustavo.

Guerreiro continuou metendo, socando e bombando com força seu pau no cuzinho do aluno, que gemia baixinho, buscando recobrar o fôlego. Pouco tempo depois, o professor anunciou:

— Ai, porra, tô quase lá... Aiii que delícia de cu apertadinho! Ahhhhh! Eu vou gozar!!! Ahhhh!

Gozou, uma longa e violenta gozada dentro do cu de Gustavo como nenhum macho havia feito antes. O estudante sentiu um prazer imenso de ter o rabo preenchido de porra. Uma sensação gostosa, principalmente quando o professor arrancou a vara, fazendo com que o leite escorresse para o lado fora.

Guerreiro, suado até a alma, se pôs de pé, e antes que Gustavo pudesse reagir, esfregou o pau à meia-bomba no rosto do rapaz.

— Chupa, porra, lambe o meu pau lambuzado! Ahhhh!

Gustavo, jogado no sofá, tirou a língua pra fora e obedeceu, sorvendo toda a porra que havia sobrado.

— Isso, garotão! Você é muito dedicado, desse jeito você vai passar no vestibular. Podes crer! Se depender de mim, todos os dias que tivermos aula eu vou te dar um bom motivo pra estudar mais, ah se vou!


Ao Mestre, Com Carinho  

Postado por MGrimaldi

Professores são profissionais essenciais. Não dá para prescindir deles. Todos concordam sobre a importância que os professores exercem em nossas vidas. Diga de passagem, Pedrinho que, além de aprender um bocado com as aulas de Biologia do Professor César, aprendeu com o mestre deliciosas lições sobre o seu próprio corpo e sobre os prazeres de um sexo muito bem feito. Uma lição inesquecível que ele vai guardar para toda a sua vida.


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Pedrinho era bem capaz de dar qualquer coisa para transar com o professor de Biologia. Sonhava frequentemente com ele, enfiando o pau — que imaginava grande e grosso — no seu cuzinho apertado e ainda virgem. Pedrinho tinha uma imaginação muito fértil e, por isso, costumava fantasiar com o seu mestre e com alguns colegas de classe.

O seu pensamento ia longe durante as aulas de Biologia, sobretudo quando os seus olhos encontravam o corpo másculo e atraente do professor. César, um moreno alto que, no chute, devia ter uns 40 anos e que lecionava apenas há alguns meses naquele pequeno colégio de periferia. Era um homem corpulento de constituição taurina que recheava bem com suas coxas grossas e seu traseiro farto os jeans normalmente surrados que costumava vestir. Usava também óculos de armação redonda, ostentava alguns charmosos fios brancos na cabeleira negra e um cavanhaque que deixava Pedrinho arrepiado só de pensar nele roçando contra a sua pele delicada.

Pedrinho não era um aluno aplicado. Era distraído, preguiçoso e quase nunca terminava as lições que os professores lhe pediam. Pelo comportamento relapso e pelo péssimo desempenho que apresentava em quase todas as matérias, vivia levando bomba nos exames. Contudo, por razões óbvias, devotava especial atenção às aulas de Biologia (ou melhor, ao professor) o que lhe rendeu de certa forma, naquele primeiro semestre uma nota um pouco acima da média: 6,5.

Na sexta-feira passada, adormecido no último banco da sala, teve um sonho bem picante: o professor finalmente o deflorava bem na frente de toda a classe. Estava a ponto de receber um delicioso jato de porra na cara, quando sentiu uma mão pesada bater no seu ombro esquerdo.

— Hei, rapaz, acorda! Isso são modos. A aula acabou!

— Hã, o quê? — balbuciou Pedrinho completamente perdido.

— Você dormiu a aula inteira. Perdeu uma grande parte da explicação. Só quero ver no dia da prova? Vamos rapaz, de pé! A aula acabou. Precisamos sair. Não posso lhe deixar sozinho na sala.

Ergueu-se meio cambaleante e pôs a mochila nas costas. Atabalhoado, permaneceu alguns minutos olhando a esmo, até defrontar-se com o professor de costas, apagando o quadro.

A visão daquela bunda larga e apetitosa, movendo-se suavemente enquanto o quadro-negro era minuciosamente apagado, acendeu novamente na sua imaginação o rastro do prazer que tivera durante o sonho. Seu pau foi às alturas e ele, por algum tempo, delirou de tesão, filmando aquele rabo delicioso e imaginando como seria gostoso poder senti-lo em suas mãos.

De repente, o professor se virou e apanhou o menino de pé, olhando-o de forma curiosa. Pedrinho, num reflexo se sentou, pondo a mochila no colo a fim de esconder que estava de pau duro.

— Menino, eu já disse: A aula acabou! Você já pode ir embora!

O aluno não respondeu. Continuou em silêncio, olhando com olhos arregalados para o professor.

— Não posso!

— Não pode? Como assim, não pode?

— É quê?

— É que o quê? Rapaz, eu já disse: a aula acabou! Você pode ir!

— Não, senhor, eu não posso. Não, agora. — disse apertando ainda mais a mochila contra o colo.

— O que você tem na mochila?

— Nada senhor.

O professor desconfiado foi até o rapaz e lhe tomou a mochila. Abriu-a e nada encontrou além de um inofensivo material escolar. Mas, não satisfeito, olhou para Pedrinho com a cara de quem não havia se convencido e suspeitando de algo mais, mandou que ele se levantasse.

— De pé, quero conferir o que tem nos bolsos?

Pedrinho a princípio hesitou, mas acabou obedecendo. Pondo-se de pé, o professor finalmente pôde descobrir por qual razão o aluno o desobedecia. A calça azul de malha do uniforme estava estufada. O professor, que não era bobo, sacou na hora o que estava acontecendo.

Apesar dos pesares, achou melhor não constranger mais o rapaz. Voltou para sua mesa sem dizer uma só palavra e continuou guardando seus objetos pessoais. Pedrinho, sem saber o que fazer ou dizer, atravessou correndo a sala e saiu.

Na terça-feira o professor prosseguiu dando aula normal. Apesar de Pedrinho temer algum castigo ou reprimenda, não se ouviu falar no que havia de fato acontecido naquele final de tarde de sexta. Pedrinho, encabulado durante toda aula, evitou olhar diretamente para o professor. Temia não só seus olhares de censura, mas também ficar mais uma vez de pau duro. O professor parecia indiferente, como se o ignorasse.

— Pedrinho — proferiu o professor, nos últimos dez minutos de aula — por favor, não saía de sala! Preciso falar com você a sós.

O sinal bateu e os alunos saíram apressados. Aquela era a última aula do dia e todos estavam ansiosos para irem para casa. Pedrinho estava, contudo, apreensivo, com medo de que o professor o envergonhasse ou o repreendesse severamente.

— Aproxime-se rapaz! Preciso falar com você. É sobre sexta-feira passada.

Suas pernas tremeram após ouvir esta última frase. Algumas gotas de suor começaram a escorrer do seu rosto. Temeu pelo pior. “O professor havia comunicado o ocorrido ao diretor. Era expulsão na certa.” Aproximou-se da mesa arrastando os pés. O professor olhava para ele de uma forma muito peculiar e enigmática. Não pôde ler nas suas expressões o que estava por vir.

— Quantos anos você tem, rapaz?

— Eu, eu fiz dezoito há pouco.

— Dezoito? Hum! — emitiu, coçando o queixo.

— E pelo que vejo, ainda é virgem? — perguntou o professor na bucha.

— Vir-gem! — repetiu, fingindo indignação.

— Sim, virgem, nunca teve experiências sexuais antes?

— Não, senhor! Já tive sim... Muitas...

— Muitas... Então, o que foi aquilo que aconteceu na sexta?

— Nada, professor...

— Rapaz, não minta pra mim! Como aquilo não foi nada? Eu não sou idiota! Não se esqueça que eu sou mais velho e experiente. Sei reconhecer direitinho uma ereção.

— Sa- be?!

— Sei... — respondeu com firmeza o professor, posando uma das mãos sobre o ombro esquerdo de Pedrinho.

— Eu apenas quero lhe dizer que isso é normal. Acontece... Fique tranqüilo, não pretendo contar nada a ninguém. Não se esqueça que eu também já tive a sua idade. Esse será um segredo nosso. Eu quero apenas lhe ajudar.

— Me ajudar?

— Sim, lhe ajudar. Ajudar a você a controlar toda essa sua ansiedade. Eu lhe garanto... depois de algumas lições isso não vai mais se repetir.

— Mas como?

— Deixa isso comigo, rapaz? Só peço que confie em mim!

O professor então foi até a porta e girou a chave. Voltou, sorriu por entre os dentes e ordenou:

— Sente-se na mesa, rapaz! Eu vou lhe mostrar...

Escorregou as mãos pelo peito de Pedrinho, indo com uma delas, segurar o cordão da calça do uniforme e com a outra, apalpar de leve a coxa esquerda do menino.

— Calma! Você está tremendo? Não se preocupe eu não vou lhe machucar!

Pedrinho estremeceu. Não podia imaginar o que aconteceria, mas sentir as mãos fortes e quentes de seu professor em seu corpo era mais do que ele podia sonhar. César puxou o cordão, desamarrando-o. Em seguida, desceu simultaneamente a calça e cueca do rapaz, fazendo seu pau saltar para fora. Segurou com firmeza o pinto do aluno que rapidamente foi se encorpando no calor de suas mãos.

Começou a masturbá-lo de leve, subindo e descendo, dizendo para ele respirar com calma. Pedrinho fechou os olhos e gemeu, tinha sido arrebatado pelo prazer. Pela primeira vez um homem de verdade lhe tocava.

O professor abaixou, deu um cheiro no saco do rapaz e, em seguida, pôs-se a lambê-lo.

— Nossa, como eu gosto dessa juventude!

Abocanhou-o de leve, sugando-o enquanto aumentava a pressão da punheta. Pedrinho arfava violentamente, delirando de tesão.

César, de pé, largou o pau do menino e abriu a calça. Desceu a cueca branca e deixou aparecer um imenso caralho, longo e grosso, muito parecido com o que o menino havia sonhado. Pedrinho abriu os olhos e teve uma visão. Não podia acreditar!

— Vem cá! Quero te ensinar uma coisa!

O aluno desceu da mesa e agachou. Olhando extasiado para aquele jeba descomunal, Pedrinho sentiu o seu cuzinho piscar.

— Abre a boca! — ordenou o professor, balançando o pau contra o rosto do rapaz.

Pedrinho obedeceu. O professor então, empurrou a cabeça do pau para dentro da boca do menino, que pela primeira vez sentia a textura, o gosto e o cheiro de um cacete de macho.

— Isso, beija a cabecinha! Passa a linguinha, viadinho! — gemia. — Que nem uma putinha, assim!

Timidamente o rapaz obedeceu a todas as recomendações do professor, que a todo o momento, elogiava seu desempenho que ia melhorando a cada carícia.

— Agora, lambe o meu mastro! De baixo para cima. De cima para baixo! Assim, bem gostoso! Abocanha a cabecinha! Desse jeito, com calma e bem gostoso.

Pedrinho parou um instante, segurou aquele longo mastro que mal cabia em suas mãos para admirar o saco grande, flácido e excessivamente pentelhudo que o seu professor tinha.

— O que você está olhando? Gostou do meu saco? Vai lá! Dá uma mamada, ele é todinho seu!

Pedrinho escorregou e foi mamar as bolas do professor que lhe ensinou passo-a-passo como devia ser feito.

— Tá bom! Agora toma o meu pau!

O rapaz mamou e lambeu a cabecinha, mas foi surpreendido quando o professor segurando-o pela cabeça, meteu-lhe na boca a vara, empurrando-a goela abaixo.

Pedrinho, com os olhos esbugalhados, assistia passivo, o professor lhe enterrar sem parar na goela a rola, fazendo-o salivar um monte.

— Levanta, bichinha! Fica de pé! Vira esse cuzão para mim!

Pedrinho, como um bom menino que era, obedeceu. De costas para o professor, empinou o rabinho, apoiando parte do seu corpo na mesa.

— Olha, que coisa linda! Que cu maravilhoso é esse! Apertadinho e cheio de pregas.

César alisou a bunda de Pedrinho. Em seguida, respondendo aos seus instintos de macho, deu algumas apalpadelas e safanões fazendo o corpo de seu pupilo incendiar de tesão. Enfiou o indicador no ânus do rapaz, dedando-o devagarzinho, desabrochando seu pequeno e apertado botão. Agachou, separou com jeito as ancas, deu-lhe uma cusparada certeira e meteu a língua.

Ora lambia fazendo pressão, ora empurrava os dedos vigorosamente, conquistando aos poucos o buraco do aluno.

Ergueu-se, segurou com jeito a vara e alargando com os dedos uma brecha, enterrou sem nenhuma compaixão o seu imponente mastro no cu, ainda não explorado de seu pupilo. Pedrinho soltou um gemido longo, mas agüentou firme, mordendo o antebraço, enquanto o professor encaçapava a sua bundinha lisa.

Suas pregas iam folgando a cada estocada e, aos poucos a dor cedia, dando lugar a um prazer inexplicável. O macho metia gostoso, firme e com jeitinho, fazendo o máximo para não traumatizar o aluno na sua primeira vez.

Pedrinho gemia passando a mão pelo pau e saco. O professor de olhos entreaberto, num frenesi louco, gingava o seu corpo delicioso para frente e para trás, metendo agora com mais vigor. Pedrinho, gemia, suspirava e tremia.

— Ai, professor, como isso é bom! Aiii!!!

— Tá gostando, viadinho? Isso é só o começo! Ainda tem muito mais.

Tirou a rola do cu do menino, e com ela lambuzou as coxas dele, espalhando nelas um pouco da sua baba. Em seguida, sentou-se na beira da mesa, segurou a rola com jeito e ordenou que o aluno o mamasse.

Pedrinho avidamente colocou o membro do professor na boca, chupando e lambendo-o com desenvoltura.

— Ai, caraaaalho! Agora você se superou! — disse o professor admirado.

— Tendo um professor como o senhor, esse é o mínimo que eu posso fazer. Se o senhor prometer me ensinar, eu juro que vou aprender tudo direitinho.

— Assim que eu gosto! Se todos os alunos fossem assim tão aplicados como você... Mas agora, cai de boca!

Depois uma rápida chupada, o professor, já sem calça e com a camisa social desabotoada, esparramou-se pela mesa e pediu que Pedrinho sentasse na cara dele. O menino obedeceu. O professor então, enfiou-lhe a língua no cu, forçando com ela uma passagem. Pedrinho, após se masturbar sentindo aquela língua habilidosa roçando-lhe o rabo, debruçou-se sobre o seu macho, indo abocanhá-lo mais uma vez. O professor aproveitou para espalmar e apertar a bunda do rapaz, enfiando não apenas a língua, mas também os dedos no seu orifício anal.

Em seguida, os dois ficaram de pé; trocaram algumas carícias, alguns beijos. Pedrinho mordiscou os mamilos de César e escorregou lambendo e sugando o peito peludo do seu primeiro macho. Depois de um rápido boquete, o professor prensou o menino contra a parede, enfiando-lhe, de uma só vez, o cacete. Suspendeu-o contra o quadro-negro, subindo e descendo, fazendo o rapaz apagar com as costas parte do que estava escrito a giz. Pedrinho gemia, se contradizia, implorava por mais e por menos e urrava, sentindo as mãos quentes do seu professor assentadas nas suas nádegas.

De uma hora pra outra, de tanto o seu pau roçar no abdômen de César, gozou. Nunca tinha gozado antes daquela maneira. Um esguicho! Nem nas suas melhores punhetas. Estava exausto, desfalecido, completamente entregue nos braços do professor que continuou metendo com força até não poder mais.

Tirou a vara e arriou o rapaz. Olhou-o com muito tesão, enquanto esfregava o pau suado contra o seu rosto.

— Abre a boquinha, abre!

Segurou Pedrinho pelos cabelos e se masturbou, até jorrar lambuzando todo o rosto imberbe do aluno. Para terminar, tascou-lhe um beijo demorado, demonstrando o quanto havia gostado de comer aquele rabinho.

— Meu gostoso, agora você já aprendeu a lição, mas fique sabendo que eu ainda tenho muitas outras para lhe ensinar.

— Bem, professor. Eu sei que não tenho sido um bom aluno, mas de hoje em diante, prometo que vou melhorar.

— Estou certo que vai... Se você continuar assim Pedrinho, em breve vai ganhar um dez.