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Bem Servidos  

Postado por MGrimaldi

Marcus e Danilo eram colegas de trabalho e amantes. Com certa freqüência, costumavam utilizar a hora do almoço para um encontro casual em um motel. Os dois tinham uma relação aberta, com liberdade para terem outros parceiros. Marcus sempre sugeria um ménage à trois ao amigo como forma de apimentar a relação. Danilo achava tudo muito excitante, mas, na prática, empurrava com a barriga. Afinal onde encontrariam o homem certo? Mas foi só Marcus bater o olho em Rafael, um garçom prestativo e delicioso que trabalhava no restaurante onde costumavam almoçar, para saber que os seus desejos estavam prestes a ser atendidos.


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Um amigo e eu tínhamos o costume de almoçar em um discreto restaurante que ficava próximo a um posto de gasolina. Depois do almoço, seguíamos para um motel à beira da estrada, onde passávamos os nossos últimos minutos livres, entregues, digamos, a prazerosos momentos.

Nos últimos dias, vim prestando atenção (mas sem nada dizer sobre isso a Marcus) no garçom que nos servia com uma certa freqüência. Tratava-se de um moreno alto e bonito, de sorriso largo e olhar sacana que sempre puxava assunto conosco e que se mostrava curiosamente simpático. Percebi também que ele tinha um belo porte físico e que parecia se sentir muito confortável nos servindo.

Inevitavelmente, vieram as fantasias, inspiradas pelas roupas que ele vestia. Aos poucos, começava a me sentir atraído pelo garçom que, em toda a sua solicitude, despertou em mim a vontade de experimentar os seus serviços mais de perto.

Certo tarde, depois de uma transa fabulosa, Marcus, enquanto fumava um cigarro, me fez lembrar do rapaz e pensar na gostosa possibilidade de ele estar interessado em algum de nós, ou muito provavelmente, nos dois.

— Não, isso não é possível! —protestei. — Não tem nada a ver!

— Como assim não tem nada a ver? Você é cego? Não viu? O cara fica olhando pra nós dois com aquela cara de menino que está a fim de meter o dedo no bolo e, você me diz que não tem nada a ver.

— Cara, não surta! Ele só tá tentando fazer o trabalho dele. Você é foda! É só ver alguém tentando ser legal, pra você dizer que está dando mole...

— Você sabe que não é bem isso! Homem que é homem, geralmente não fica à vontade quando percebe uma situação como a nossa.

— Cara, tira isso da cabeça, você cismou com isso! Se o cara fosse gay, você não acha que eu ia perceber...

— Acho... Como eu acho que você já percebeu e não me disse nada. Você deve estar doidinho pra trepar com ele. Te conheço, cara! Você não vale nada!

— Isso é fantasia da sua parte, você sabe que eu só penso em você. Só pode ser ciúme, confessa!

— Ciúme... Deixa de ser ridículo. Você sabe que eu não tenho ciúme. Nós somos livres pra fazer o que bem entender. Foi assim que combinamos... lembra? Liberdade pra conhecer outras pessoas... Só tô te dizendo estas coisas porque eu reparei na maneira como ele te olha... E no corpo... puxa, que corpo, aquele filho da puta tem... E seria uma boa variarmos de vez em quando, não acha?

— Bem, você sabe o que eu penso... Não acredito que o garçom seja gay. Prefiro pensar que ele é um cara legal, sem preconceitos. Mas se você quiser a gente pode fazer uma aposta?

— Uma aposta?

— Sim...

— Que tipo de aposta?

— Podíamos tentar seduzi-lo... Se ele não cair... você me deixa usar aquele brinquedinho que eu comprei no ano passado.

— E se ele cair, você se enfia por debaixo da mesa na hora do expediente e chupa o meu pau. Que tal?

— Tudo bem, então, amanhã a gente começa...

No dia seguinte, chegamos ao restaurante por volta das 12 horas. Mal nos sentamos, apareceu o tal garçom que veio nos servir prontamente.

— Pois não, o que os cavaleiros desejam?

— Eu quero filé com molho de laranja — respondi...

— E o senhor? — perguntou o garçom a meu companheiro.

— Bem, o que eu quero infelizmente não está no cardápio. Mas se você, rapaz, tiver um pouquinho de boa vontade, eu tenho certeza que poderemos sair daqui bem satisfeitos. — disse Marcus de forma ríspida e descarada, constrangendo nosso atendente.

— Bem, senhor, se me disser do que se trata, eu posso vê se sou capaz de providenciar.


Marcus ia responder sem papas na língua, mas eu o interrompi, fazendo por ele o pedido.

— Ele quer o mesmo que o meu. — atalhei. Só está brincando com você. Não é Marcus? — concluí, beliscando as coxas do meu amigo por debaixo da mesa.

Marcus me olhou com cara de poucos amigos, enquanto o garçom anotava os pedidos.

— E pra beber? — perguntou.

— Um vinho do Porto. — respondi.

— Eu, gostaria de leite, mas de muito leite...

— Mas senhor, não servimos leite com carne! — disse o garçom espantado. — Seria melhor pedir um Madeira, ou então um Porto como o seu amigo.

— Bem, pode trazer então um Porto. Mas você está enganado! Leite, meu rapaz, dependendo da ocasião cai muito bem. Você não acha, Danilo?...

Simulei uma tosse como se quisesse dizer para Marcus pegar leve, pois poderia assustar o nosso garçom. Mas ele nem me deu atenção, continuou sarcástico e cheio de malícia disposto a arrancar alguma reação do rapaz.

Dez minutos depois, o rapaz voltou com o nosso almoço, nos serviu e se despediu discretamente apesar dos bombardeios de Marcus. Enquanto almoçávamos, reparei que ele rondava a nossa mesa e nos olhava com atenção. Alguns minutos depois, ele voltou.

— Senhores, tudo bem? O almoço está do gosto de vocês?

Marcus não perdeu a oportunidade. Mais uma vez disparou contra o rapaz, que fazendo um grande esforço para se mostrar superior, conseguiu se safar das suas farpas sem sequer um arranhão.

Depois de nos servir um pouco mais de vinho, o garçom se afastou, voltou à cozinha e foi em seguida atender outros pedidos. Marcus ficou ali na mesa, pensativo, brincando com a comida.

— Que foi cara? O que há com você?

— Nada... Só estou pensando no garçom.

— Já te disse: desiste, o cara não é gay! Acho que você perdeu a aposta.

— Não, cara, você está enganado. Foi você que perdeu.

Inesperadamente, Marcus deixou a mesa sem me dizer o que ia fazer. Eu apenas o vi cruzando o salão e entrando por uma porta atrás do garçom. Cinco minutos depois, ele voltou com um baita sorriso de satisfação no rosto.

— Que foi cara? Por que este sorriso?

— Você perdeu!

— Perdi, como assim?

— Fui atrás do garçom, pedi-lhe desculpas pelas minhas brincadeiras e lhe fiz uma proposta.

— Uma proposta? Não estou entendendo!

— De trabalho. Um jantar que será servido por ele.

— Um jantar? De quem? Para quem?

— Um jantar para nós dois. Um jantar que você irá organizar e preparar no seu apartamento no dia do seu aniversário.

— Mas isso não quer dizer nada! Isso não quer dizer que ele seja gay.

— Cara, espera e confia... Você vai ver como eu tenho razão.

Cinco dias depois, o garçom ligou para o meu amigo, dizendo que aceitava o emprego. Na semana seguinte, preparei um jantar para dois. Estava na cozinha, terminando os últimos retoques, quando a campainha tocou. Atendi. Era o garçom.

— Boa noite! — disse ele com um belo sorriso nos lábios.

— Boa noite! — respondi — Vamos entrando!

Estava impecavelmente vestido. Seus cabelos ondulados estavam penteados para trás e umedecidos com gel. Usava também um delicioso perfume, cuja fragrância vagamente me despertou na memória o cheiro de alguma exótica especiaria.

— E aí, cara, tudo bem? Aceita uma bebida?

— Não, melhor não... Eu não costumo beber em serviço.

— Que isso! — respondi enquanto lhe preparava um drink — Só uma bebidinha, não irá lhe fazer mal!


Ele pegou a bebida das minhas mãos e a levou até os lábios, dando uma grande golada. Nesse momento, apareceu Marcus, recém-saído do banho, com os cabelos molhados e vestindo apenas uma calça social.

— Oi rapaz, tudo bem? — cumprimentou-o. — Pensei que tivesse desistido?

— Não, senhor. Tive um problema com o trânsito! Me desculpa o atraso!

— Que isso! Ainda está cedo! Você trouxe o uniforme?

— Não, não trouxe.

— Fez bem... Eu lhe avisei que não precisava. Quero que tudo corra bem, afinal hoje, o meu amigão aqui fica um ano mais velho. Foi por isso que encomendei um uniforme especial.

— Como quiser, senhor!

— Rapaz, antes de tudo, se vamos trabalhar juntos, quero lhe pedir uma coisa!

— O que, senhor?

— Que não me trate por senhor! Eu me chamo Marcus e, meu amigo se chama Danilo. A propósito como você se chama?

— Rafael, senhor... Foi mal... Marcus.

— Bem, desta vez passa. Você pode se vestir. O uniforme está no quarto de empregada. O Danilo vai lhe mostrar onde fica enquanto eu termino de me trocar.

Acompanhei o rapaz até o quarto e fiquei examinando a sua bunda larga enquanto ela caminhava. Fiquei muito admirado em ver que dentro daquela calça social, ela adquiria um grande realce. Entreguei-lhe o uniforme que estava protegido por uma capa, e fiquei ali de pé, à porta, olhando-o se trocar. Ele não se incomodou. Pelo contrário, de forma desinibida, foi desabotoando a camisa, me deixando ver seu peito másculo e levemente peludo. Ele já ia tirando a calça, quando Marcus me chamou. Deixei então, o quarto, contrariado, pois não pretendia perder o resto do espetáculo, mas meu companheiro insistiu que eu fosse até ele.

Um tempo depois, já estávamos na sala, quando o rapaz apareceu já vestido com o uniforme. Tomei um susto quando o vi, pois o uniforme que Marcus havia alugado era na verdade bem parecido —senão igual — com uma fantasia de garçom usada pelos dançarinos de uma boate que costumávamos freqüentar.

O rapaz pareceu-me estranhamente à vontade. A fantasia tinha ressaltado ainda mais seu belo corpo e músculos.

— Nossa — suspirou Marcus — você ficou um arraso neste uniforme! Não acha Danilo?

— É... fi...cou...— gaguejei.

Marcus levou o rapaz à cozinha e deu-lhe algumas recomendações. Voltou, então, à sala, pôs uma música bem sensual e, depois de um rápido drink, nos sentamos à mesa.

Poucos minutos depois, começamos a ser servidos pelo rapaz. Como entrada, uma sopa e, em seguida, um delicioso assado como prato principal. Os dois pratos estavam soberbos, mas com toda certeza, perderiam todo o sabor se não fossem servidos, naquela noite, pelo simpático garçom que nos atendia de uma maneira muito especial.

Durante o jantar, Marcus, provocativo, alisou algumas vezes as minhas coxas de modo que o garçom pudesse nos ver. Foi a tática que meu companheiro empregou para chamar a atenção do rapaz e deixá-lo excitado. Permiti que ele fosse além, também tocando a parte interna das minhas coxas com as mãos.

Percebi que o rapaz sentia algo, no entanto, à primeira instância, pensei que fosse constrangimento. Contudo, descobri que estava enganado quando ele, ao se aproximar para nos servir mais uma dose de vinho, cutucou o meu braço com o seu membro duro.

Olhei estarrecido para Marcus, como se quisesse comunicá-lo sobre o que havia percebido, mas dizer seria declarar a sua vitória.

Ficamos ali à mesa, Marcus e eu, conversando e apreciando o delicioso vinho italiano. A saborosa e adocicada bebida não demorou a fazer efeito e nos deixar alegres e confiados — sobretudo Marcus, cuja índole era mais atrevida que a minha. Com a bebida na cabeça, começamos a falar besteiras e a nos tocarmos de uma forma mais provocante, deixando o rapaz evidentemente excitado.

O jantar já estava quase terminado; faltava apenas a sobremesa. Pedi o rapaz que nos servisse, então, o creme de chocolate. Saboreamos uma generosa porção enquanto ele, de longe, nos observava. Minutos depois, reapareceu e nos fez a pergunta:

— Senhores gostariam de mais alguma coisa?

— Bem — iniciou Marcus pousando a mão direita na coxa do garçom e olhando-o diretamente — já que você tocou no assunto... eu gostaria que você nos fizesse aquele servicinho extra que combinamos.

— É pra já senhor! — disse o garçom revelando uma estranha disposição.

Sem que eu pudesse imaginar, o garçom se aproximou e me tascou um beijo. A princípio, foi estranho receber de surpresa um beijo daquele macho que tentava forçar com a língua uma brecha entre os meus lábios. Mas foi só ele escorregar a mão até o meu colo e começar a apalpar o meu cacete para que, aos poucos, eu fosse relaxando e cedesse a invasão de sua língua quente e habilidosa.

— Gostou do presente, Danilo? — perguntou Marcus.

— Sim... — respondi meio confuso.

— Contratei o Rafael esta noite para atender a todas as nossas vontades. O que acha? — disse sorrindo.

Ia respondendo quando o garçom voltou a me beijar, apalpando com avidez o meu membro. Marcus se levantou e veio se juntar a nós. Deu-me um beijo rápido e, em seguida, outro no rapaz. Ficamos assim alternando beijos e carícias até que Marcus começou a desabotoar minha camisa e a acarinhar meu peito. Estava explodindo de tesão.

Marcus e o garçom então se afastaram um pouco e começaram a se beijar e a se tocar na minha frente. Era uma espécie de provocação, um joguinho do qual eu adorava participar. Observei aquela cena da cadeira, vendo o meu companheiro abrir lentamente os botões da camisa do rapaz e mordiscar aquele peito delicioso e queimadinho de sol.

Marcus agachou, mas não sem antes roçar os lábios e dentes pela barriga do rapaz. Retirou o cinto, desabotoou a calça e desceu-lhe a braguilha.

Rafael vestia uma delicada samba-canção branca que deixava nítida toda a potência de seu equipamento. Marcus aproximou o rosto e começou a tocá-lo com os lábios. Rafael segurou meu amigo pela nuca, mantendo-o rente ao seu corpo. Da cueca, escapuliu uma cabeça rosada e pontiaguda que Marcus fez questão de sugar e lamber.

Rafael olhava para mim enlouquecido. Acho que lhe dava tesão ver o quanto eu os observava, excitado. Suspendeu um pouco a samba-canção de modo que as suas bolas saíssem. Um delicioso saco peludo que Marcus rapidamente avistou e, sugou com os seus lábios experientes.

O garçom deitou-se na mesa enquanto Marcus lhe arrancava a cueca e lhe chupava as bolas e o pau. Fiquei de longe, observando, com a mão enfiada dentro das calças.

— Vem cá, cara! Tá na hora da nossa festinha começar!

Marcus e eu dividimos, então, aquele delicioso caralho, lambendo e chupando-o de cima a baixo, dando ao nosso garçom uma prova do que éramos capazes de fazer juntos. Ele suspirava e gemia e implorava por mais.

Deixei Marcus, um momento, cuidando da parte de baixo e fui brincar um pouco com os mamilos de Rafael. Espalhei sobre eles um pouco do chocolate e fui sorvendo-o lentamente. Marcus também fez o mesmo, lambuzando o pau do rapaz com o creme. Voltamos os dois a boqueteá-lo, masturbando-o de forma alternada, não dando trégua ao garçom que se contorcia com as nossas carícias.

Marcus, vendo que havia uma nesga de chocolate nos meus lábios, deu-me um beijo e olhando-me com uma violenta excitação, pegou o meu pau. Retribuí, beijando suavemente a sua nuca e também segurando a sua vara. Neste ínterim, nos despimos e nos masturbamos, um explorando o corpo do outro. O garçom, sentindo que o havíamos deixado de lado, veio nos fazer companhia. Agachou e alisou a minha bunda, beijando-a com uma carinhosa devoção.

— Putz, que rabo é esse! Perfeitinho! Quero meter meu pau nesse seu cu até você pedir arrego.

Marcus, diante dos elogios do rapaz, me inclinou, exibindo a parte do meu corpo que ele, como costumava dizer, mas adorava. Sentiu-se envaidecido por ser o seu possuidor e por gozar do privilégio de comê-la sempre que desejasse. Fez da minha bunda o seu troféu, um objeto de luxo que lhe pertencia e que seria dado em empréstimo ao garçom. Sem esperar, senti a língua molhada de Rafael tocando de leve o meu anel.

Marcus o ajudou separando as minhas ancas para que o rapaz pudesse ter melhor acesso a ele. Enlouquecido, implorei:

— Ah, por favor, vamos logo, me fode! Não agüento mais! Me dá a sua pica!

O garçom atendeu; De pé, esfregou a vara contra as minhas coxas até encontrar às cegas o meu buraco. Senti uma deliciosa pressão, que foi seguida por algumas outras tantas estocadas firmes e certeiras. Gemi.

Marcus nos observava de perto, alisando com uma das mãos o seu cacete longo e rombudo e com a outra o meu.

Tempo depois, levou a mão até a bunda do rapaz e começou a alisá-la, roçando a ponta do indicador no seu cu. Em seguida, se pôs de joelhos e começou a beijar e mordiscar o lindo traseiro do garçom, estimulando a sua pequena e bem apertada entrada com a língua. De vez em quando, dava umas mamadas em suas bolas, ao que Rafael lhe respondia, tirando o pau de dentro da minha bunda para dar de chupar ao meu amigo.



Ficamos ali naquela brincadeira por algum tempo, até que Marcus de pé, começou a sarrar o rabo do garçom, já doido pra meter.

Com cuidado, ele lubrificou a ponta com cuspe e engatou o mastro no cu do rapaz, dilatando-o aos poucos. Rafael apoiou um dos pés na superfície da mesa de modo que pudesse me invadir mais gostoso e receber com mais folga a piroca do meu amigo. Por vezes, ele me tomava pelos cabelos e me chamava de filho da puta e de viadinho gostoso; outras pelos ombros, me fazendo sentir a enterrada de toda a sua verga dentro de mim.

Mudamos de posição. Num frango assado, deixei que Rafael enterrasse mais uma vez. Ele me arremessava contra o seu corpo sarado, metendo sem dó nem piedade. Marcus, agora, abafava os meus gemidos, enfiando a sua rola na minha boca sempre faminta de pau.

— Ai, como eu gosto de rola! — proferi animado. — Principalmente quando são duas e bem grandes.

— Eu sei, gostosinho — respondeu Marcus esfregando a pica no meu rosto — Só eu sei o quanto você é insaciável!

Marcus voltou-se para o garçom e começou a massagear os seus ombros e alisar as suas costas largas.

— O que você tá querendo, putinha? Tá querendo mamar minha rola, tá? Hein?

— Tô — respondeu. — Agora já chega... Eu também quero brincar um pouquinho com ela.

Num salto, Rafael tirou o pau do meu cu e, balançando-o sedutoramente, foi se sentar no sofá. Marcus o acompanhou, se posicionou de quatro, segurou o mastro do rapaz e caiu de boca. Fui atrás, só que para lamber e depois meter no cu do meu parceiro. Agarrei-o por trás, apalpando as suas ancas largas e metendo bem devagar.

Enquanto metia, alisava o seu saco, pois sabia o quanto o meu amigo gostava de receber aquela carícia. Marcus gemia, mamando de todas as maneiras possíveis o jeba do garçom.

— Vem cá! Senta na minha rola! Me deixa experimentar esse seu cuzinho também! — convidou o garçom escancarando as pernas e empinando o seu mastro roliço.

Marcus obedeceu. Sentou-se por cima do rapaz, deixando-o encaixar o pau no seu buraco. Foi aos poucos engolindo-o, rebolando gostoso naquela vara maravilhosa.

— Ai que delícia! Que pau gostoso! Como é bom sentir meu cu sendo lentamente tomado por ele... ahhhh!

— Cara, chega aqui! — ordenou o garçom (agora era ele quem mandava e nós que o servíamos) — Mama meu saco, mama!

Não me fiz de rogado, pus a boca no saco peludo do garçom e comecei a chupar com gosto. Marcus o cavalgava, gemendo alto, completamente fora de si.

— Ai, garçom gostoso, mete! Rasga meu cu com essa rola! Rasga!

— Ah, seu filho da puta, que cu é esse! Tá gostando, viado? Não era isso que você e o seu amiguinho queriam? Agora agüenta, porra! Só saio daqui depois que tiver te arrombado.

O pau do garçom escapuliu. Aproveitei então para segurá-lo e senti-lo pulsando na minha mão.

— Chupa, porra! Chupa! — pediu Rafael.

Enfiei na boca e dei uma rápida chupada e terminei lambendo a ponta.

— Agora, encaixa de novo no cu desse viadinho!

Encaixei, e fiquei ali observando Rafael socar com força o pinto no cu de Marcus. Ele que sempre fora o homem da relação, que sempre tomou a dianteira nas nossas transas, estava ali passivo, transformado numa verdadeira boneca nas mãos do garçom garanhão.

Marcus desmontou; Voltamos a mamar, os dois, o pau do garçom.

— Você não vai foder o seu amiguinho, não? — perguntou Rafael. Fode ele, vai! Fode para eu ver!

Pus-me de lado e deixei que Marcus viesse por trás. Foi tocando o meu cu com a ponta da pica até invadi-lo por completo. Me masturbei sentindo o prazer que sempre aquela vara me proporcionava. Logo depois, o garçom se juntou a nós. Primeiro, me dando a sua rola pra chupar e, depois, enterrando mais uma vez o pau no cu do meu parceiro.

Estávamos um engatado no outro num ritmo que variava do lento ao mais acelerado. Gemíamos e nos acariciávamos mutuamente ao ponto de chegarmos ao orgasmo.

Depois de algum tempo, levando algumas estocadas mais profundas e tocando o meu pau de forma frenética, jorrei como eu nunca antes havia gozado na vida. Logo depois, foi a vez de Marcus que gozou, inundando todo o meu cu com a sua porra. Por fim, veio o garçom, mas este não querendo desperdiçar o seu sêmen, se pôs de pé e começou a se punhetar enquanto o meu amigo e eu nos juntávamos próximos a ele, prontos para receber no rosto todo o seu suco de porra.

— Ai, tá vindo! Tá vindo! Ai caralho, meu pau vai explodir. Hãããã!

E veio uma gozada violenta que lambuzou tanto o meu rosto quanto o do meu amigo. Rafael parecia exausto, caiu de um só golpe no sofá, respirando ofegante. Marcus e eu nos beijamos e nos lambemos, aproveitando para tomar todo o leitinho que o rapaz havia nos servido.

Permanecemos ali, no chão, entre as pernas do garçom, olhando satisfeitos um para o outro. De repente, veio à minha cabeça a lembrança de que eu havia perdido a aposta e que na segunda-feira seguinte teria que cumprir o prometido. Sorri feliz da vida: porque aquele era um tipo de dívida que eu pagaria com todo prazer.

Segredos Noturnos  

Postado por MGrimaldi

Homem é tudo igual! Quando estão juntos gostam de contar vantagens e de se vangloriarem de suas aventuras sexuais. Ficam facilmente excitados com as histórias que contam e escutam, apesar de não permitirem (ou não admitirem) um contato físico. Mas em segredo, no meio da noite, é verdade que tudo pode acontecer. Principalmente quando um dos envolvidos nesta conversa se mostra aberto a oferecer-lhes um novo e excitante tipo de experiência.


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De uma hora para outra fomos abarrotados de trabalho. Nunca antes o setor de Planejamentos precisou trabalhar tanto e em tão pouco tempo. Tínhamos que entregar uma grande remessa de trabalho até o prazo estipulado e, por isso, tivemos, muito a contragosto, que fazer serão.

Lauro, Márcio e eu estávamos tão sobrecarregados de trabalho que, muitas vezes, ficávamos horas sem levantar da cadeira ou sem trocar uma única só palavra. Tínhamos, porém, combinado um pequeno intervalo para descanso, que se resumia em alguns minutos para o café e para um papo rápido.

Falávamos, nessas conversas, um pouquinho de tudo: futebol, política e dinheiro, mas o assunto que mais aparecia na roda e que mais nos dava prazer era sexo.

Embora fosse um trabalhador dedicado e estressado, Lauro, inspirado por este tema, se transformava numa outra pessoa. Virava um sujeito mais tranqüilo e simpático, bem diferente do Workaholic de todos os dias. Márcio era o oposto: um cara bastante experiente e muito descolado que falava com conhecimento de causa, sempre nos brindando com os melhores detalhes de suas picantes peripécias sexuais.

Eu, esporadicamente, deixava escapar algumas de minhas histórias, mas me sentia uma virgem sem maldade diante dos meus dois colegas de trabalho que, em matéria de sacanagem, ou eram grandes mentirosos ou experts. Preferia prestar atenção no que diziam a contar as minhas próprias histórias.

Compartilhávamos nossas experiências, contávamos histórias curiosas ou engraçadas de outros e, desta forma, íamos lentamente revelando as nossas fantasias e predileções na cama.

Lauro curtia sexo sado-masô, gostava de castigar suas parceiras e freqüentemente se masturbava fazendo uso de material erótico. Márcio também curtia material erótico. Era assíduo freqüentador de sex shop e curtia trepar com prostitutas. Gostava de ver duas mulheres transando e não se importava em levar dedadas e linguadas no cu.

“Pô, cara, — dizia — quando elas me tocam ali eu sinto um tesão filho da puta. Sei que pode parecer estranho um cara dizer que gosta de levar dedada ou linguada no cu, mas se vocês deixarem de lado o machismo e experimentarem, tenho certeza que vão gostar”.

Eu também tinha lá os meus gostos e fantasias, embora fosse um pouco mais convencional...

Mas apesar de toda a liberdade que nos ia tornando cada vez mais íntimos a ponto de fazermos confidências, não consegui contar a eles o meu maior segredo: Gostava de mulher, mas, de vez em quando, fantasiava com homens.

Márcio era um carinha muito atraente. Um homem que me excitava bastante, com quem teria coragem de experimentar os prazeres de uma relação secreta. Observava-o muitas vezes de longe, o seu corpo, o seu porte, o volume que havia dentro de suas calças. Inúmeras vezes, cheguei a provocar encontros no banheiro, pois tinha certeza que assim, algum dia, eu conseguiria ver de perto a sua rola.

Uma vez, isso aconteceu... Eu o peguei mijando... Tive que me segurar... Que pau grande o filho da puta tinha! Depois daquele dia, passei a desejá-lo com ainda mais ardor.

Lauro não fazia muito o meu tipo. Não pensava nele da mesma forma que pensava em Márcio. Acho que a sua seriedade, as suas roupas certinhas, o seu jeitão pouco relaxado, tudo contribuía para manter os meus olhares em uma outra direção. Mas tesão é algo engraçado: dá a qualquer momento, não tem hora e nem lugar, simplesmente acontece. Falando de sexo com aqueles dois homens, eu sempre ficava excitado, e conseqüentemente, me via estimulado a fantasiar tanto com um quanto com o outro.

Durante as nossas conversas, Márcio não se reprimia. Era ele quem ficava mais visivelmente excitado. Gostava de vê-lo de pau duro por dentro do jeans e me imaginava mamando a sua rola.

Um dia, morrendo de tesão, disfarçou e correu para o banheiro. Dei um jeito de ir atrás, pois tinha certeza que aquela era a chance de ver o seu pau durinho em pessoa. Dito e feito. Foi só abrir a porta para encontrá-lo na privada, com a calça arriada, se acabando numa deliciosa punheta.

— Porra, cara, você não bate antes de entrar, não? — perguntou meio acabrunhado.

Pedi desculpas, mas não resisti. Como que hipnotizado por uma cobra — não por uma bela e sedutora anaconda — não pude deixar de dar uma secada no seu pau. Ele nem se tocou, continuou descascando-se na minha presença, sem demonstrar nem um pouco de vergonha.

— Que foi cara? O que tá olhando? — interrogou desconfiado.

— Nada, nada, não! — respondi, passando para o box seguinte.

Tempo depois, ouvi alguns gemidos. Por certo tinha gozado. Uma deliciosa gozada por sinal! Lamentei não ter oferecido a minha solidariedade... Ele lavou as mãos, olhou-se no espelho, ajeitou os cabelos e saiu. Dei um tempo para não levantar suspeitas e voltei para a sala. Lá, Márcio e eu, apenas nos entreolhamos. O que tinha acontecido há alguns minutos atrás havia morrido dentro do banheiro. Demos então, continuidade ao trabalho. Naquele dia não se falou em mais nada. Não se falou mais em sexo.

Recomeçamos a nossa jornada sexual no dia seguinte na mesma hora de sempre. Fui à copa preparar o café e quando retornei, percebi que os meus dois colegas cochichavam. Tive a impressão de que falavam de mim, pois se calaram assim que entrei na sala.

— E aí, cara, temos uma coisa pra te perguntar? — soltou Márcio, depois de um breve momento de silêncio.

— O que é? Pergunta?

— Você gosta de sentar? — perguntou Márcio na bucha.

Neste momento, Lauro que, até então estava de frente para o computador, girou a cadeira, olhando na minha direção.

— Se eu gosto de sentar? Que papo é esse? Como assim?

— De sentar... na boneca? Dá ré no quibe? Queimar a rosca? — perguntou Márcio zombando. — Pode confessar, Cara!... Eu vi como você olhou pro meu pau ontem lá no banheiro. Além disso, eu já percebi como você me olha.

— Que isso!? Não é nada disso...

— Não é? — interrogou Lauro coçando a barba e me olhando com desconfiança.

— Pode falar, irmão, isso é normal. Todos nós já sentimos algum tipo de desejo assim um dia. Quem de nós já não teve na infância ou na adolescência uma experiência...?

— Já tiveram? — perguntei cismado, mas um pouco mais confortável.

— Claro, cara, isso é muito comum. Olha, eu já comi um colega de escola e o Lauro aqui, me contou, que já foi chupado por um primo. E você? Não tem nada para nos contar?

Aquelas confissões me tranqüilizaram. “Talvez se eu lhes contasse sobre as minhas fantasias me sentiria melhor”, pensei. Respirei fundo, pervaguei com o olhar a sala e larguei:

— Pois então, aí vai... Já que vocês estão sendo tão parceiros comigo, eu vou contar. De vez em quando, eu tenho sonhos com homens e quando eu era moleque tive duas experiências com um carinha mais velho.

— hum, sei... — disse Lauro, batucando com o lápis a mesa.

— E esses seus sonhos, são com caras conhecidos? — perguntou Márcio.

— A maioria não...

— Já sonhou com um de nós dois?

— Bem, só com você — respondi sem rodeios, me dirigindo a Márcio.

— Quer dizer que eu já te comi nos sonhos? — perguntou sorrindo. — Quantas vezes?

— Sim... umas quatro, acho!

— E você gostou? Gozou? Acordou com a cueca melada?

— Sim, muito...

Percebi que tanto Márcio como Lauro estavam ficando excitados com a minha confissão. Márcio enfiou a mão dentro das calças e começou a apalpar o cacete na minha frente. Quando dei por mim, ele já tinha desabotoado o jeans e descido o zíper. Pude ver a cueca branca que vestia.

— Você sente vontade de transar comigo?

— Não vou negar... às vezes penso nisso... Te acho bem tesudo!

Lauro sorriu... Transpirava excitado e curioso para saber como aquilo tudo ia terminar; Márcio, finalmente tirou o pau pra fora. Balançando-o na minha frente e friccionando-o com a mão, me perguntou:

— E se eu te pedisse para tocar uma punheta pra mim, você tocaria?

— Se ninguém se importar, eu toco... — ousei.

— Eu não tenho nada contra. — manifestou-se Lauro ao meu favor. — Vai lá, cara, manda ver!

Aproximei-me, olhando fixamente para aquele pau longo e grosso que Márcio sacudia na minha frente. Minha boca encheu de saliva. Desejava muito tê-lo nas mãos. Era suculento, realmente uma delícia.

— Vem, pega nele! Eu sei que você tá morrendo de vontade...

— Posso pegar?

— Claro, vai nessa... ele é todinho seu!

Segurei, deslizei a mão sobre ele, indo e vindo, da cabeça até as bolas. Márcio se arrepiou e em seguida deu um longo gemido.

— Você segura bem! Aí, cara! Acho que o nosso amiguinho aqui mentiu sobre apenas duas vezes?

— Por quê? — perguntei curioso.

— Você parece ter muita prática. Sabe segurar. Mas essa dúvida a gente pode tirar. É só você dar uma mamada. Assim, eu avalio melhor.

— Uma mamada?

— Sim, por que não? Agora que pegou, vai em frente!


Olhei para o cara do meu colega de trabalho tentando me convencer de que aquilo o que estava acontecendo era de fato um sonho. E pude perceber, por meio dos olhares e das expressões, que não era. Então, não me fiz de rogado, mergulhei de boca, sentindo pela primeira vez o sabor daquele pau que eu tanto desejava.

Sem nenhum pudor e enlouquecido de tesão, comecei lambendo em volta da cabeça, para em seguida, ir deslizando com a língua até o saco. Subi e abocanhei sem utilizar as mãos. Engoli o mastro até a metade e depois larguei. Dei uma rápida esfregada nele com as mãos e voltei a mamá-lo com ainda mais audácia. Márcio gemia gostoso. Aproveitei para tocá-lo nas coxas.

— Ó, que delícia... Com quem esse filho da puta aprendeu a chupar assim? Que boquinha safada! Melhor que boquinha de puta!

Desci e comecei a mordiscar o seu saco. Ele se arrepiou e enquanto eu me concentrava mamando as suas bolas, uma de cada vez, ele se masturbava batendo o pau contra o meu rosto.

— Isso, viadinho, agora mete a língua no meu cu... vai!

Não hesitei. Separei com os dedos o emaranhado de pêlos que cobria a sua virilha e meti a língua no seu cu. Ele gemia e se contorcia, virando os olhos e segurando firme nos braços da cadeira.

Num momento de vir à tona, dei de cara com Lauro, de pé e ao meu lado, balançando um caralho bem interessante.

— E aí, não vai me chupar também não! — perguntou. Também quero participar da brincadeira? — fez sorrindo.

— Claro... e por que não? — respondi surpreso com o que vi.

Segurei o pau do Lauro e o encostei rente a sua barriga. Comecei beijando e mordiscando o seu saco. Deslizei a língua pela haste até alcançar a glande e mergulhei mais uma vez tocando suas bolas. Ele foi ao delírio. Em seguida, me deu uma surra de pica e me fez abrir a boca apertando o meu pescoço.

— Isso, seu viadinho! Quero essa boca bem aberta, vou meter meu pau na sua goela.

Não apenas ameaçou, cumpriu as promessas. Enterrou o cacete na minha boca o máximo que pôde e quando viu que eu ia escapar me cingiu contra o seu corpo, segurando-me pela cabeça. Realmente heavy metal! Muito diferente daquele cara certinho que enchia o saco com a sua mania de trabalho.

Fiquei ali parado, sentindo o saco de Lauro atulhado contra os meus lábios, com a boca já cheia de saliva e esmegma quase a ponto de pôr tudo pra fora. Mas presenciar a minha aflição, não fez com que ele tivesse pena, pelo contrário, atochou ainda mais a vara, só que agora indo e vindo, movendo-se um pouco para frente e um pouco para trás.

— Me deixa fuder essa sua boquinha de viado!

Não demorou muito Márcio me libertou. Pediu que eu tirasse a calça e trepasse na cadeira com o rabo pra eles.

— Puxa, que rabo bonito... E esse cuzinho piscando, tá querendo pica, não tá?

Márcio arrebitou o meu rabo e começou a alisá-lo. Em seguida, meteu o dedo no meu ânus, forçando com ele uma passagem. Cuidadosamente, ele foi enfiando o indicador, me fazendo gemer e sentir um prazer alucinante. Lauro veio em seguida. Seu toque era mais intenso e agressivo. Se pudesse ele me arrombava com eles.

Desci da cadeira, que foi imediatamente ocupada por Márcio. Ele segurou a vara com firmeza e me chamou, balançando-a:

— Vem cá! Senta aqui!

Sentei. De costas para ele apoiando os meus pés nas suas coxas, ajudando-o a encontrar a entrada do meu cu. Senti o corpo estremecer quando a cabeça vazou. Em pouco tempo, ele já estava quase todinho dentro de mim.

— Ai, que delícia! Como você é gostoso!

— Melhor que no sonho?

— Mil vezes...

Lauro apareceu esfregando seu pau forçosamente contra os meus lábios. Abri a boca, deixando-o meter mais uma vez nela. Desabotoou a camisa de manga, deixando à mostra o peito peludo.

— Agora é minha vez, cara! Sai daí! — ordenou a Márcio. Quero meter nesse cu também.

Márcio levantou da cadeira e cedeu o lugar ao colega. Sentei-me de frente para Lauro, deixando-o enfiar o seu pau na entrada do meu cu. Não demorou muito para que ele me invadisse por inteiro.

Lauro era muito safado e sabia mexer gostoso, me fazendo cavalgá-lo deliciosamente. Rebolei inúmeras vezes em cima de sua vara. De vez em quando, ele me dava uns tabefes no rabo ou me apertava o pescoço, me fazendo abrir a boca para cuspir dentro dela.

— Abre a boca, sua puta!

Márcio, ora se masturbava presenciando o que acontecia, ora participava me dando o pau pra chupar.

Depois de algum tempo, me pus de pé. Márcio tirou a camisa (tinha o peito também bem peludo e suava muito) e estatelou-se na mesa de madeira que ficava no centro da sala. Curvei-me sobre a mesa e comecei a chupar seu cacete enlouquecidamente. Acariciei o seu peito, tocando os pêlos que desciam na direção do púbis. Lauro veio por trás. Roçou o caralho nas minhas coxas e meteu. Minhas pernas bambearam. Senti o meu cu se alargando, e um prazer tremendo. Márcio me pegou de surpresa; suspendeu um pouco o corpo e me segurou pela cabeça, me retendo ali, com a boca no seu mastro.

Subi na mesa. Abri bem as pernas, e deixei que Márcio me enfiasse o pau. Rebolei gostoso, sentindo as suas bolas se chocarem contra as minhas coxas durante o vaivém dos nossos corpos.

— Fica de quatro, fica! — pediu Márcio.

Ajoelhado em cima da mesa, esperei que Márcio viesse por trás. Meio que de cócoras, ele segurou a vara com jeito e começou a socar no meu cu, num intermitente tira e põe. Lauro me pegou pelos cabelos, e novamente me deu de mamar.

Chupei sua pica até me fartar e até ele trocar de lugar com o amigo.

— Vem pra cá, cara!

Sobre a mesa, flexionando os joelhos para ficar com o pau no nível do meu corpo, Lauro pincelou seu caralho nas minhas coxas e depois bateu no meu rabo inúmeras vezes com ele.

Meteu o dedão no meu cu e enquanto o atochava cada vez mais fundo, empurrou a minha cabeça para baixo me fazendo ficar com o rosto colado à mesa.

— Assim, quietinho. Com a cara na mesa. Sem vê o que eu vou fazer!

Márcio veio e meteu o cacete na minha boca. Desta vez agressivamente, atulhando-o até o saco. Fiquei sem ação. Lauro abriu o meu cu com as mãos e enterrou a geba sem dó nem piedade. Enlouqueci, gemi com gosto, sentindo sua vara alargando e tomando conta de todo o meu cu. O peso dele sobre mim, seu pau de tamanho considerável e sua maneira agressiva de meter não tardaram em me fazer pedir arrego.

— Ai, porra! Tira, por favor. Tá doendo!

— Tá doendo, sua bicha? É pra doer mesmo... Quem mandou você provocar a gente? Agora agüenta, vou meter até te deixar arrombado...

— Relaxa, cara! — disse Márcio, abafando os meus gemidos com o pau. — Você é macho! Você agüenta! — escarneceu.

Fiquei ali por alguns minutos servindo de puta para os dois. Levando simultaneamente pau no cu e na boquinha. Os dois já estavam a ponto de gozar. Márcio, gemendo alto e arfando, dava sinais de que ia explodir a qualquer instante. Levei a mão até as minhas coxas, tentando com ela, arrancar o mastro do Lauro, mas vendo que seria em vão as minhas tentativas de tentar afastá-lo, comecei a acariciar o seu saco. Deu certo, não agüentando mais arrombar o meu rabo, ele deslizou para junto do amigo.

— Vem cá, viadinho! Ajoelha aqui no meio da gente! Eu e o meu amigão aqui queremos te encher de porra.

Já sabia o que me esperava. Cada um de um lado, esfregando o pau contra o meu rosto, competindo na punheta para ver quem seria o primeiro a gozar. Levantei os olhos, atento a cada movimento que os dois faziam. Cada gemido, cada contorção, cada expressão de prazer que se erguia no rosto dos dois já bastava para me deixar louco de tesão. Por fim, depois de arfar um bocado, Márcio explodiu, despejando toda a sua porra em cima do meu rosto. Lauro veio em seguida, jorrando aos borbotões. Gozei também, estimulado pelas duas picas que passeavam pelo meu rosto, espalhando sobre ele todo aquele sêmen.

— Era isso que você tava merecendo, cara! Ficar com essa cara toda melada de porra! Pode ter certeza que a partir de agora você será a nossa bonequinha. Prepara bem esse cu, que isso só o começo...