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Matando a Saudade  

Postado por MGrimaldi

Quando rapazes, Marcelo e eu, acidentalmente tivemos uma única transa. Uma transa maravilhosa que eu guardei feliz nas minhas lembranças. Na verdade, sempre tive tesão pelo meu melhor amigo. E daria qualquer coisa para poder repetir os momentos de puro prazer que tivemos. Fazia muito tempo que não nos víamos. A vida nos havia separado e quase já não conseguíamos nos encontrar. Mas foi só pintar uma oportunidade, para descobrirmos que, apesar do tempo e da distância, ainda havia entre nós um sentimento muito mais forte que uma simples amizade.

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Éramos amigos de longa data: amigos de infância para dizer a verdade. Crescemos juntos compartilhando os mesmos brinquedos, as mesmas brincadeiras e experiências. E apesar de termos enveredado por caminhos diferentes, nunca deixamos de nos falar, de cultivar a nossa amizade.

Já adultos não nos víamos com muita freqüência, por isso, quando meu irmão mais velho resolveu organizar um churrasco para comemorar seus cinco anos de casado, achei uma boa idéia convidar o Marcelo. Assim depois de cinco longos anos afastados, mataríamos de uma vez por todas as saudades e falaríamos das boas lembranças que tínhamos dos tempos de menino.

Nossas vidas haviam mudado um bocado. Marcelo estava agora no Exército; Tinha feito carreira por lá e estava às vésperas de receber honrarias de Tenente. Era um atirador de elite e, nas horas vagas, trabalhava como Instrutor de Tiro numa empresa de segurança. Mostrava-se muito feliz com a profissão, pois tinha realizado o seu sonho de menino, servindo às Forças Armadas e ao país.

Eu, no entanto, havia traçado um caminho diferente. Tinha me formado em Engenharia e, no momento, trabalhava, no ramo da Computação, desenvolvendo softwares de computadores. Ganhava bem e tinha uma vida financeira estável. Tinha comprado um bom automóvel, vivia em uma casa espaçosa e, apesar de viver perto dos meus pais, sentia-me livre pra fazer o que me desse na teia.

Sempre que nos encontrávamos, Marcelo fazia piada desta minha escolha. Não conseguia entender como eu havia preferido um trabalho monótono às prodigiosas aventuras de caserna.

Bem, no dia marcado, Marcelo, que não havia atendido aos meus telefonemas e nem as mensagens que mandei por e-mail, apareceu. Qual foi a minha reação quando revi meu amigo depois de tantos anos sem nos vermos? Sem dúvida, já não era mais aquele menino travesso com quem eu costumava brincar e, apesar de mudado, trazia ainda consigo o mesmo sorriso franco e o olhar sacana. Os cinco longos anos de afastamento e uma rotina constante de exercícios físicos tinham-no transformado em um homem forte e muito atraente, capaz de atrair muitos olhares por causa de seu porte viril e atlético.


***


O churrasco ia às mil maravilhas, até que Marcelo descobriu que uma antiga namorada com quem ele havia brigado estava para chegar. Querendo evitá-la, ele me propôs que fossemos até a minha casa de modo que pudéssemos colocar o papo em dia sem maiores interrupções.

Como estava muito quente, ficamos sentados no jardim. Trouxe da cozinha umas latinhas de cerveja e alguns tira-gostos e, ali ficamos bebendo e jogando conversa fora. Mesmo assim o calor não aliviou, tanto que Marcelo, já encharcado de suor, tirou a camisa e me pediu licença para tomar um banho rápido de mangueira.

Enquanto ele se banhava, eu pude, de longe, reparar em três coisas: no corpo bonito e vigoroso esculpido por músculos salientes, nas duas tatuagens que ele trazia: uma no bíceps esquerdo e outra no flanco direito, estendendo-se para dentro da bermuda e, por fim, em um objeto de couro, preso à cintura por uma fivela e que, pouco depois, deduzi ser uma espécie de coldre que provavelmente servia para ele carregar a arma que usava em serviço. E realmente era... Uma pequena pistola, que ele sacou do coldre e me mostrou, saciando-me a curiosidade.

— Vamos pega! Vai me dizer que nunca viu uma antes? Anda, segura! Tá travada, não tem perigo. — disse me incitando a pegar na arma.

Dei uma olhada rápida, mas querendo me livrar rapidamente daquele troço, devolvi, pedindo que a pusesse de volta no estojo. Mas ele insistiu, pondo-a em minhas mãos.

— Pega, homem! Tá com medo! Quero ver se você sabe segurar... — fez ele com firmeza como se me desse uma ordem.

Reagi, levantando a mão direita como um sinal de recusa. Ele, então, em vez de colocar a arma no coldre, agachou, recolheu algumas latas de cerveja e empilhou-as em cima de uma mureta. Voltou-se para mim e tomou o meu braço, colocando novamente a arma em minhas mãos.

— Agora, faz mira! — ordenou.

Meio que sem jeito, ergui os braços e mirei tomando como modelo para aquela empreitada os filmes de ação que eu tinha assistido. Vendo-me segurando a arma daquela maneira, ele deu uma gargalhada.

— O que você pensa estar segurando? Um cabo de vassoura? Me dá isso aqui, vou te mostrar como se faz!

Tirou a arma de minhas mãos, ergueu os braços e fazendo mira, disparou contra as latas que estavam sobre o muro. Acertou a que estava no alto da pilha.

— Cara, legal — disse meio nervoso.— Mas agora guarda esse troço, isso pode machucar alguém.

— Que nada! Eu tenho licença... Mas eu guardo...

— Ah, bem! — respirei aliviado

— Mas só se você der um tirinho?!

— Não cara, melhor não.

— Vamos lá, só unzinho... — solicitou-me, depositando a arma mais uma vez nas mãos.

— Tá legal! Mas só um...

Ergui os braços mais uma vez, buscando imitar os mesmos movimentos que ele fez ao disparar contra as latas. Estava a ponto de dar um tiro, quando ele se achegando por trás, me pegou pelos braços, endireitou-me a postura e descreveu a mira comigo.

— Assim, é desse jeito que se pega numa arma. Desse modo que se faz mira. Braços firmes na altura dos ombros, cabeça projetada e olhos fixos no alvo.


Dizia-me aquelas palavras num tom quase que insinuante, com os lábios próximos do meu ouvido, como se sussurrasse palavras carinhosas em um momento de gozo. Seu corpo cada vez mais se aproximava do meu. Podia senti-lo me encoxando. Senti naquele momento um misto de constrangimento, excitação e desejo. O mesmo desejo que nutri por ele quando éramos adolescentes e que mantive reprimido durante tanto tempo até que numa noite de loucuras e bebedeiras acabamos fazendo algo que não devia.

De repente, sinto uma cutucada. Algo duro e roliço dentro de sua bermuda me espetava. “Era realmente o que tinha em mente”. Talvez toda aquela aproximação, o contato mais íntimo de nossos corpos tivesse deixado involuntariamente o meu amigo com tesão. Porém, não acreditando no que estava acontecendo, tentei me desvencilhar, sem dar bandeira, mas Marcelo não me deixou ir. Para a minha surpresa, abraçou-me pelo pescoço e sarrou a sua pica nas minhas coxas.

— O que foi? Não está gostando? — perguntou-me. — Pensei que sentisse saudade!? Pois eu, durante todos esses anos, só pensei nesse reencontro... no momento em que eu teria você novamente só pra mim.

Sem responder, fechei os olhos, pois não tinha muito que fazer. Aproveitei o momento e senti um prazer tremendo em tê-lo junto a mim. Nossos corações batendo no mesmo compasso; o suor dos nossos corpos escorrendo por causa do calor escaldante. O cheiro viril que vinha de suas axilas, fiquei desnorteado. Por um momento, senti renascer aquele velho desejo e a lembrança da nossa primeira e única transa me veio à cabeça, me deixando ainda mais entorpecido.

Estimulado pelo pau do meu amigo que endurecia com ardor, pousei uma das mãos em sua coxa e timidamente me pus apalpar o seu caralho. Sem palavras, ele suspirava enquanto roçava a barba mal feita contra meu ombro e rosto. Enlouquecido, deixei a timidez de lado e comecei a apertar com firmeza o mastro dele.

Desci-lhe, então, a bermuda e a sunga e, de uma só vez, pus para fora o seu cacete. Dei-lhe umas apalpadelas, avaliando tamanho, textura e formato. Alisei o seu saco peludo e senti um prazer inenarrável de aninhá-lo pela primeira vez em minhas mãos. Antes que tivesse tempo para pensar, Marcelo arriou também a minha bermuda e acarinhou a minha bunda.

Puxou, um pouco para fora, o fio da minha cueca e escorregou o pau para dentro, esfregando-o deliciosamente nas minhas coxas.

Meu pau foi às alturas. O tesão foi tanta que precisei meter a mão dentro da cueca e tocar de leve uma punheta a fim de me aliviar. Alisei a sua bunda, sentindo seus músculos se contraírem nas minhas mãos. Como retribuição por essas minhas carícias, Marcelo me presenteou com um sarro gostoso e demorado. Juntos nossos corpos ferviam de febre e se contorciam de prazer.

— Vem cá, cara, pega na minha pistola! — disse, pondo a arma real de lado e apontando para o próprio pau.

Obedeci. Voltei-me para ele e lentamente fui me agachando, acariciando seu peito e abdome até chegar ao nível dos quadris. Olhei-o excitado, e segurei a sua vara.

— Isso, danado começou bem! Agora põe na boca!

— Sim, eu vou pôr, respondi, mas antes quero sentir o sabor.

— Cala a boca, seu puto! — bradou estapeando o meu rosto — O único que fala aqui sou eu...

Tirei a língua pra fora e dei uma rápida lambida nas suas bolas e subi pela haste, indo de uma vez por todas abocanhar a sua vara. Passei a língua em volta da cabeça, ele estremeceu de prazer.

— Diz pra mim, cara, há muito tempo você vem sonhando em chupar minha rola? — sorriu, surrando a minha cara com a pica.— Como é estar realizando o seu sonho?

Ia responder, mas ele agressivamente recolocou a vara na minha boca, e me pegou pela cabeça, empurrando o meu rosto contra o seu corpo de modo que pude sentir o pau dele na minha garganta e os meus lábios beijando as suas bolas.

Depois de me sufocar um bocado, ele tirou o pau e me pediu para que ficasse em pé. Virei o rabo para ele deixando-o alisá-lo com suas mãos calejadas.

— Nossa, que rabo lindo você tem, cara! E que cuzinho apertado! Vou fazer a festa!


Empinei o rabo o máximo que pude; ele se agachou, separou as minhas bandas e enfiou o dedo no meu cu. Senti um tesão ensurdecedor, sobretudo, quando ele começou a esfregar e a prepará-lo para receber a sua pica. O auge do meu prazer aconteceu quando ele substituiu o dedo pela língua, dando-me provas de que estava realmente envolvido, pois nunca pensei que aquele homem tão viril fosse capaz de lamber o cu de outro macho.

— Agora sim, tá piscando. Prontinho pra receber minha rola.

De pé, ele fez mira. Manejava a sua vara tão bem quanto a pistola. Encostando a ponta de sua pica na entrada do meu cu, ele forçou uma passagem. Apesar de excitadíssimo, senti um certo desconforto, sobretudo, quando ele conseguiu enterrar os primeiros centímetros. Mas lentamente fui me habituando, sendo invadido por um prazer sem igual. Ele me tomou pelos ombros e me puxou em sua direção, fazendo o seu piru entrar mais fundo. Suas bolas se chocavam contra as minhas nádegas e gemíamos os dois em uníssono.

— Ai, como é bom! Como você fode bem! Vamos, enterra essa porra no meu cu! Vai, Marcelão me faz gozar!

Não demorou muito para que eu jorrasse. Um jato quente e contínuo de porra inundando as minhas mãos. Depois de me comer muito bem comido, Marcelo tirou o mastro do meu cu e me pediu que ajoelhasse.

— Fica de joelhos!

Tentei tocar na sua pica, bater uma punheta, dar uma mamada a fim de ajudá-lo a gozar, mas ele não quis.

— Aí, porra! Obediente que nem um cachorrinho! Quietinho para receber o meu leitinho!

Abri a boca e deixei que ele despejasse, depois de uma punheta rápida e violenta, uma larga quantidade de porra. Só depois de gozar, ele me permitiu uma mamada. Ficamos ali, nos entreolhando. Mas tarde, depois de um banho de mangueira, ele me confessou que, apesar de muito alcoolizado, se lembrava de termos transado e que desde então, sempre teve vontade de repetir a dose.

O Belo Adormecido  

Postado por MGrimaldi


Não dá pra resistir! É realmente muita maldade! Como não cometer uma loucura com um amigo gostoso e hetero dormindo peladinho a poucos centímetros de você? Só pode ser provocação?! Vocês com certeza devem estar se perguntando: será que vale a pena tirar uma casquinha? Pois se vale, como vale...

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Morria de tesão por um colega de Faculdade. Chamava-se Diogo e mexia muito comigo. Quando ele se aproximava, as minhas pernas bambeavam, e embora ele não fosse muito bonito, tinha algo nele que me atraía: um ar de moleque, um olhar descarado, um sorriso no canto dos lábios que o tornava estranhamente irresistível.

A princípio tentei me afastar, pois achava que jamais teria chance. (Era uma doce fantasia que não iria se realizar). Ele vivia deixando bem claro que gostava de mulheres, e por esta razão, convenci-me de que ele nunca iria me dar trela. Mas aos poucos, a despeito de todos os meus desejos, fomos fazendo amizade, trocando uma idéia e saindo juntos para curtir as baladas.

Voltávamos quase sempre de metrô. E quando um saía cedo, o outro esperava. Conversávamos um bocado, tínhamos sempre assunto, mas apesar dos olhares que denunciavam, nunca tocávamos no ponto que realmente nos interessava.

Às vezes quando o metrô estava cheio, ele se aproximava e se colocava por trás de mim. Desta forma, se insinuava, falava bem perto do meu ouvido, me deixava arrepiado, ou arranjava uma desculpa para esbarrar e me roçar sem que os outros percebessem. Nesses momentos era difícil esconder o tesão. O filho da mãe me deixava extremamente constrangido, morrendo de medo que alguém percebesse. Mas também, intensamente excitado, louco para experimentá-lo.

Numa sexta-feira qualquer, depois das aulas, fomos a uma partida de futebol. Por sorte ou coincidência, torcíamos pelo mesmo time. Felizmente o nosso time deu uma goleada, e ficamos tão alegres com a vitória que decidimos festejar, tomando umas e outras num bar. Antes de irmos embora, porém, fomos ao banheiro tirar a água do joelho.

Lá ele abaixou o zíper e tirou o pau pra fora. E eu que desejava isto mais do que tudo, fiquei manjando a sua rola, conhecendo mais a fundo alguns detalhes íntimos de sua bela anatomia.

Esperto como só, o filho da puta rapidamente sacou o meu interesse, porque veio logo com o papo: “Porra cara, pára de olhar pra minha pica, assim eu vou achar que você gosta de sentar na boneca.”

Dei um sorriso amarelo para tentar esconder o meu constrangimento e ele me devolveu um sorriso, amenizando em seguida com um: “É natural!” Quem é que nunca olhou o pau de um outro cara mijando? Macho que é macho sempre compara!”

Pagamos a conta, e como já era tarde, ele me convidou para dormir em sua casa. Seus pais estavam viajando e só voltariam na segunda-feira. E a empregada estava de folga. A casa era só nossa, e por isso, ficamos à vontade. E porque não estávamos com sono, conversamos até altas horas.

Falamos de vários assuntos, de futebol, de esportes em geral, da faculdade e de mulheres. Ele me mostrou algumas revistas de mulheres peladas e me confidenciou que estava ficando excitado, louco pra tocar uma punheta. Que a vitória do time e a cerveja sempre o deixavam ligado, louco para dar umazinha e que a falta de uma mulher, naqueles dias, estava lhe deixando com o saco dolorido. Disse que não me importava, mas ele julgou melhor tomar um banho pra baixar o fogo. Fiquei no quarto louco para espiá-lo pelo buraco da fechadura, mas não tive coragem. Esperei...Apenas esperei.

Minutos depois, ele saiu do banheiro enrolado numa toalha branca. Tinha os cabelos molhados e o peito à mostra. “E que peito!” Não era musculoso, mas era muito gostoso, bem definido e levemente peludo, um abdômen firme e trabalhado e braços torneados.

Deu-me um sorriso daqueles quando percebeu que eu não conseguia tirar os olhos de cima do seu corpo. Tentei esconder a excitação, mas não deu, principalmente depois que ele inesperadamente jogou a toalha na poltrona e ficou peladão na minha frente.

Quase tive um enfarte. “Que delicia! Uma bunda perfeita, bem torneada, arrebitada. E o pau, fantástico, saboroso.” Mesmo sem estar ereto se via que em ponto de bala devia ser algo incrível. Ficou passeando pelo quarto, se exibindo e fingindo que não estava nem aí pra mim. Em seguida, depois de enxugar bem as bolas e a cabeça do pau (tudo na minha frente pra me deixar ainda mais perturbado!), jogou-se na cama ajeitou o travesseiro e colocou sobre o corpo um leve lençol branco.

- Você não se incomoda? – me perguntou.

- Com o quê?

- Que eu durma pelado?

- Não, claro que não! Fica à vontade, cara, afinal a casa é sua.

- É que eu não sei dormir de roupa... No máximo de cueca, mas quando tá muito quente eu tiro... E quando está frio, eu ponho o edredom e uma camisa, mas só... Me incomoda roupa de baixo. Se você quiser, pode ficar à vontade também!

- Não, obrigado, não ia me sentir bem na sua casa. E eu costumo dormir com algumas peças de roupa.

-Então tá, boa noite!

-Boa noite!

Deitei-me na cama que ele havia feito aos pés da sua, mas não consegui pregar os olhos. Meu corpo pegava fogo e eu sentia um desejo imenso de espiá-lo enquanto dormia. Com medo de que ele estivesse acordado, esperei que ele pegasse profundamente no sono.

Levantei, fui à cozinha beber água, e quando voltei encontrei Diogo meio descoberto, com as coxas e o bumbum do lado de fora. Tinha uma bundinha linda, arrebitada, bem feita e levemente coberta por uma pelugem. Sua pele muito branca dava a ele um toque todo virginal, e dava pra entender porque ele não gostava de dormir vestido. Seria um atentado machucar aquela pele, aquele bumbunzinho perfeito.

Desejei acariciá-lo. Fui me aproximando, sentei à beira da cama com cuidado e comecei a alisá-lo com as pontas do dedo. Uma hora, ele se mexeu. Afastei-me, então, fingindo estar distante.

Esperei algum tempo e, meio como uma mariposa atraída pela luz, voltei a deleitar e tocá-lo de leve. De uma hora pra outra, ele se virou, talvez porque sentisse as pontas do meus dedos, mas felizmente não acordou. Agora de barriga pra cima, o lençol ganhava vida. Um certo volume se desenhava sobre ele. Fiquei pasmo, admirando de perto toda aquela saúde. Enquanto espiava, ele deu mais outra virada, e o lençol escapou, deixando à mostra o que há muito eu gostaria de ver: uma imensa pica branca, grande e grossa, à meia-bomba, deliciosa pra dizer a verdade. De ponta rombuda e com um saco grande e peludo.

Queria tocá-lo, mas seria muita ousadia da minha parte. Queria segurá-lo com firmeza, colocá-lo na boca, tê-lo só pra mim, mas não me atrevi. Contudo, para não ficar na desvantagem, peguei o celular e comecei a tirar algumas fotos do meu amigo. Seria uma lembrança, uma lembrança para aqueles momentos de extremo tesão. Iria me aliviar assim que tivesse a chance, me inspirando naquelas deliciosas fotografias.

Mas tomado por um êxtase, esqueci do celular ligado, que para me avisar que a bateria estava fraca começou apitar. Diogo acordou e me pegou no pulo.

- Que isso? – fez ele tentando tapar em vão o pau com as mãos.

- Nada...

- Nada?!

-Deixa então eu ver o seu celular.

- Não cara, é melhor não.

- Vamos me deixa ver! Senão eu mesmo vou aí buscar.

- Tá bom! – disse meio contrariado.

Ele olhou no visor do celular e viu as fotos que eu acabara de tirar.

- São essas porcarias que você tirou de mim?

- Sim.

- Isso, que merda de fotógrafo que você é cara? Puta que pariu! Se você queria guardar uma lembrança, porque não pediu. – devolvendo-me o celular com um sorriso no canto inferior do rosto. Fica com elas pra vocês!

- Pra mim?! – respondi surpreso...

- Sim , são pra você. Mas acho que você não conhece o ditado...

- Ditado!?

- Sim, sobre o retrato... quem dá a cópia promete o original – disse alargando ainda mais o sorriso de lado.

- Você quer dizer?

- Sim, isso mesmo... Quer uma lembrança? Então vem cá, vou te dar algo que nunca mais irá esquecer – falou balançando sedutoramente o caralho.

Não me fiz de rogado, fui até ele, segurei com firmeza a sua vara e comecei a boqueteá-lo com gosto. Passei a língua em volta da cabecinha e a deslizei sobre a haste indo de vez em quando mordiscar e sugar as suas bolas. Nesses momentos, ele se punhetava, espiando pra ver se eu estava fazendo o serviço direitinho. Continuei mamando a sua rola, desta vez, com os joelhos encostados na barriga e com as mãos sobre o seu peito, brincando com seus mamilos.

Como um bom macho, ele gostava de balançar o pau contra o meu rosto, me dando uma bela surra. Pedi que ele se pusesse de costas. Queria admirar a sua bunda. Comecei alisando-a, dando beijinhos e terminando, com mordidas de leve no seu saco.

Nós nos beijamos e, eu acarinhei os seus cabelos. Rocei a língua em seus mamilos e desci lambendo seu abdome até voltar ao seu cacete. Com virilidade, enfiou o seu caralho na minha boca, indo e vindo gostoso, me fazendo senti-lo na garganta. Comecei a salivar em abundância.

- Levanta... – ordenou. Fica de pé, vamos!

Obedeci... Retirou a minha camiseta e alisou o meu peito e abdome. Olhou para baixo e me pediu para descer o calção... Abaixei o short. Meu pau estava duro e já todo babado de tesão. Segurou-o com firmeza e começou-o a punhetá-lo. Apertou a minha bunda e começou a alisá-la.

- Já levou pau nesse buraco, cara?

- Não... respondi meio trêmulo.

- Que tipo de viadinho é você? Um viado que nunca foi enrabado?!

- Eu nunca transei com um cara antes. – respondi

- Nunca... quer dizer que... você é virgem? Nunca deu esse buraco? Pois, então, pode deixar é hoje que você perde esse cabaço.

Enfiou um dedo na entrada do meu cu, e começou a dedilhá-lo de leve, com movimentos suaves, buscando abrir caminho. Em seguida, meteu outro, agora indo mais fundo, fazendo meu cuzinho piscar e engolir paulatinamente o seu dedo. Nesse ínterim, nos beijávamos e nos acariciávamos mutuamente.

- Vem cá – disse ele.

Sentou-se na beira da cama e segurou rente o pau. Entendi com o olhar o que ele realmente queria. Desci e fui dar-lhe mais um boquete. Desta vez, bem caprichado, pois estávamos a ponto de nos devorarmos.

- Vem, senta!

Fui para cima dele, abri as pernas e deixei que ele encaixasse a cabeça do seu pau na entrada do meu cu. Senti aquela vara me invadir, mas ela não avançou... Comecei a sentir dor e embora meu cuzinho piscasse de tesão, não consegui, a princípio, agüentar o tranco. Inverti a posição, ficando de costas para ele. Sentei-me no seu pau e ele segurou-me pelas coxas, buscando controlar a penetração. Mas também não adiantou. Embora tivesse entrado um pouco mais, o meu ânus não cedeu. Irritado e cheio de tesão, ele disse:

- Fica de quatro!

Pus-me de quatro. Ele enfiou o dedo novamente no meu cu e começou a lubrificá-lo com saliva. Para me deixar mais excitado, começou a se esfregar contra mim, roçando o pau inúmeras vezes na minha coxa. Em seguida, meteu de leve a cabecinha e foi tocando o meu cacete, me fazendo esquecer da dor. Aos poucos, ele foi entrando, ganhando terreno. Já podia senti-lo todo dentro de mim. Ele me segurando pelas coxas, me puxando contra ele. Fazendo aquelas bolas se chocarem contra o meu rabo. Nunca senti tanto prazer na vida. Meu cuzinho já estava tomado, era todinho dele.

- Agora, vem cá... Senta na minha pica! – disse sentado na beira da cama.

- Ai, acho que não vai entrar?

- Calma, cara, relaxa!

Incrivelmente meu cuzinho cedeu. Aos poucos, fui engolindo aquele delicioso cacete. Nos beijamos e nos acariciamos. Ele apertando a minha bunda, eu rebolando gostosamente na sua vara. Mudamos de posição. E ele me meteu de ladinho. Desta vez, batendo o caralho contra a minha bunda violentamente.

- É, filho da puta, tá gostando? Não era isso que você queria? Toma, viadinho!

Como uma boa putinha eu só sabia gemer. Não tinha palavras para dizer.

- Vem cá, empina esse rabo!

Obedeci me colocando novamente de quatro. Ele se afastou e começou a se punhetar. Em seguida, enterrou com cuidado no meu rabo, tirando e pondo várias vezes.

- Agora agüenta firme, que eu vou meter até as bolas!

Entrou então com tudo, levantou-se, flexionou os joelhos e começou a socar com força, esfalfando o meu cuzinho, me fazendo gemer que nem uma puta de esquina. Louco de tesão, mordi a fronha do travesseiro, tentando abafar meus gemidos.

- Ai, Diogão, que gostoso, ai, mete, mete tuuuuuddo!!!

Eu já não agüentava mais. Ele estava me castigando. Era a primeira vez que eu era enrabado, e ele se aproveitando da situação, me fez gozar como nunca. Tirou o cacete e depois que eu me refiz da gozada, começou a balançar seu membro contra o meu rosto.

- Abre a boca! Toca uma pra mim!

Peguei aquele caralho delicioso e comecei a tocar uma punheta, ora com a mão, ora com a boca. Ele me segurou pela cabeça e me empurrou contra o seu corpo, me fazendo sentir o pau na goela várias vezes. De repente, um jato quente de porra explodiu, lambuzando toda a minha cara.

- Aaaaahhhh, ele ressonou. Satisfeito, era isso que você queria?

Depois da transa, caímos os dois, sem fôlego na cama, e adormecemos um ao lado do outro...