Aulas Particulares  

Postado por MGrimaldi

Gustavo não gostava de Biologia e nem tirava boas notas nesta matéria. Mas dependia prioritariamente dela para passar no vestibular e se formar em Medicina. O tio, então, sugeriu contratar um professor particular, mas apesar de o rapaz não ter gostado da idéia, acabou concordando. Foi, sem medo de errar, a decisão mais acertada que tomou! Pois, só assim pôde conhecer o professor Guerreiro, um desses tipos de profissional de ensino capaz de exibir todos os seus dotes a fim de transmitir aos seus alunos mais atenciosos todos os seus conhecimentos e experiências.


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Gustavo era um rapaz muito inteligente, mas ainda que fosse um estudante dedicado, apresentava dificuldade em certas disciplinas. Passava muitas horas, debruçado sobre os livros preparando-se para as provas do vestibular, pois sonhava um dia vir a ser médico. Contudo, para que o seu sonho pudesse ser realizado, precisava antes de tudo, de uma coisinha: melhorar suas notas em Biologia.

O tio, com quem Gustavo vivia em uma pequena, mas confortável quitinete, sensibilizando-se com o drama do sobrinho, apareceu certo dia, com o que poderia ser a solução: contratar os serviços de um professor particular que, por duas ou três vezes na semana, viria lhe dar aulas de Biologia.

Gustavo, a princípio, não gostou da idéia. Se matava de estudar e não queria, naquela altura do campeonato, ter que adotar um novo regime de estudos só por causa de um desconhecido que viria lhe dar ordens. Mas percebendo que uma recusa, aborreceria o tio, resolveu ser um pouco mais flexível e ver como poderia lucrar com as aulas.

Às 3 da tarde de uma sexta-feira, a campainha soou. Neste momento, Gustavo estava no sofá da sala, assistindo a um pornô gay e se masturbando.

Caralho, que merda! Será que o meu tio voltou? — perguntou a si mesmo, enquanto trombava nos móveis, desligava o filme e recolocava o pau para dentro da bermuda. — Vai ver ele esqueceu alguma coisa?... Não!... Já faz tempo que ele saiu. E se fosse ele já teria aberto a porta? Deve ser outra pessoa?!

A campainha tocou mais uma vez.

— Será que é o tal professor? Mas ainda tá cedo — disse, olhando o relógio de pulso. — Marcamos para as quatro... ainda são duas... Que bosta! Logo agora... Será que ninguém mais tem o direito de bater uma punheta em paz?! Porra, e eu tava quase gozando!

Novamente, a campainha tocou...

— Já vai... Porra, peraí! Já vou abriu. Um momento... Tô procurando a chave. Ora essa, como eu vou atender a porta assim? Meu pau ainda tá duraço. Que se dane, não mandei virem me amolar.

Gustavo abriu a porta e, tentando ocultar que estava de pau duro, escondeu-se por detrás dela. Do outro lado, um moreno baixo, parrudo e interessante, mas com cara de cdf, vestido com uma calça social e um suéter de tricô estendeu o braço em sinal de cumprimento e se apresentou.

— Boa tarde, rapaz, meu nome é Ricardo... Ricardo Guerreiro. Mas você pode me chamar de Guerreiro... Professor Guerreiro... Creio eu que o seu tio tenha lhe falado de mim. Serei o seu professor de Biologia.

— É... eu sei — respondeu Gustavo, coçando a cabeça e esboçando um sorriso no canto dos lábios. — É, ele me disse... Eu me chamo Gustavo. — apresentou-se saindo detrás da porta, estendendo a mão e respondendo ao cumprimento. O senhor pode ficar à vontade.

— Com licença! — solicitou o professor, reparando de relance na trolha ainda à meia bomba de Gustavo.

O professor entrou no apartamento. E enquanto caminhava até o centro da sala, Gustavo, de antenas ligadas, começou a reparar no potencial de seu novo mestre. Examinou-o de cabo a rabo, fazendo um esforço imaginativo para tentar descobrir que tipo de homem habitava por detrás daqueles óculos de armação pesada e daquelas roupas de nerd.

Tinha uma bunda gostosa. Isso lá tinha! Foi o que logo de cara percebeu. E pelo porte, notou também que, apesar das roupas fechadas, devia ostentar um corpo interessante, senão bonito.

“Nossa que rabo! Ainda mais nessa calça justa. Isso é até provocação! E eu que achei que teria aulas com um carinha escroto e chato. Ele pode até não se vestir bem, mas quem com um homem desses pensaria em moda? O que eu gostaria de fazer neste momento é arrumar uma maneira de me livrar é dessas roupas.”

— Então, você é o Gustavo! — perguntou o professor enquanto se sentava. — Seu tio me falou muito de você. Disse que você é muito estudioso e, pelo que eu posso ver, além de aluno aplicado, você também é esportista?

— Sim, eu sou... Faço parte da equipe de Atletismo do colégio e jogo um futebolzinho de vez em quando com a rapaziada.

— Bom... Muito bom! Tem um belo físico, meu rapaz.

— Obrigado — agradeceu Gustavo, imaginando que tal elogio podia ser um sinal de interesse por parte do professor.

Mens sana, corpore sana... Nada melhor para quem deseja passar no vestibular. Boa alimentação, dormir bem e praticar atividades prazerosas. Bem, mas deixando de papo furado, que tal irmos aos nossos estudos?

— Sim, o senhor pode se sentar deste lado da mesa — disse o rapaz indicando-lhe o lugar. — Eu fico aqui.

Gustavo arrumou a mesa de estudos, colocando sobre ela livros, cadernos e outros apetrechos necessários. O professor abriu um livro e achando um assunto mais simples, resolveu começar por ele, a fim de averiguar os conhecimentos de seu aluno.

Gustavo, por sua vez, parecia extremamente compenetrado; mas não estava atento à lição, tinha apenas olhares para o professor. Não deixou de reparar que, apesar da idade, dos óculos e do penteado fora de moda, o homem que lhe ensinava era muito bem apanhado e tinha algo nele que o atraía imensamente.

O pau latejava dentro da bermuda e a vontade que ele tinha era tirá-lo pra fora e se acabar numa bronha. Mas preferiu disfarçar, afinal não havia indícios concretos que comprovassem algum interesse por parte do professor que, a todo tempo, mostrou-se discreto e empenhado em prepará-lo para as provas.

Não querendo, porém, perder a chance, Gustavo, que tinha bastante prática nesses tipos de joguinhos de sedução, começou a se insinuar. De vez em quando, roçava a perna nas pernas do professor ou suspendia a camiseta, achando que uma pequena amostra do seu abdome sarado seria o meio eficiente para testar as reais intenções do professor. Mas nada parecia surtir efeito.

Apesar de ter elogiado o meu corpo e dos olhares suspeitos, esse filho da puta é hetero. Tô vendo que desse mato não sai coelho. Que pena, logo agora, que eu tava precisado de pica! Mas não faz mal, pelo menos tem algo de bom, vai me servir de inspiração. Assim que ele sair, eu corro pro banheiro e me acabo na punheta.

Cansado, Gustavo saiu da sala e foi à cozinha tomar um pouco de água. O professor ficou por alguns minutos a sós. Neste ínterim, o homem se levantou a fim de relaxar os músculos que já estavam tensos de tanto permanecer sentado e foi até a janela tomar um pouco de ar. Na volta, esbarrou num aparador de revistas, derrubando alguns objetos no chão. Dentre os objetos que recolheu, estava o dvd gay intitulado “Anéis de fogo”, que Gustavo escondeu no meio das revistas minutos antes de ele atender a porta.

Somando dois mais dois, o professor chegou à conclusão de que aquele vídeo era de seu aluno e que, provavelmente ele o assistia no momento em que chegou.

Deu uma rápida olhada na sinopse e, se sentiu excitado com as imagens de homens fortes e viris fazendo sexo entre si. E antes que o seu aluno voltasse, escondeu a fita entre os seus pertences. Gustavo retornou a sala e encontrou o professor de pé, olhando-o de modo suspeito e com um volume estufado dentro das calças.

Porra, por que esse cara tá me encarando? E esse volume? Não tava aí há minutos atrás. Se for isso tudo mesmo, caralho, deve ser i-men-so...

— Vamos nos sentar, meu rapaz! — disse o professor, — Temos ainda muita coisa pela frente.

Os dois se sentaram em seus respectivos lugares, e depois de meditar um pouco, folheando as páginas do livro, o professor resolveu que já era hora de ensinar ao seu pupilo uma lição mais avançada.

— Bem, pelo que pude ver, você já tem um bom conhecimento básico... Mas e do avançado...? Acho que você precisa saber algo a mais... Algo que vai além, algo mais físico da Biologia. Algo como anatomia ou reprodução humana? — sugeriu pondo uma das mãos na coxa do rapaz.

— Anatomia e reprodução? Mas isso cai na prova?

— Se cai na prova, acho que não muito... Mas você não acha que todo rapaz da sua idade não deveria saber bastante sobre esses assuntos? Conhecer o próprio corpo e os prazeres do sexo é sempre uma boa lição. Você não acha?

— Acho... repetiu Gustavo gaguejando. — Mas eu acho que eu não tenho em casa nenhum livro sobre o assunto.

— Livro? — sorriu. — Não precisa de livro. Pra quê livro, se você pode ter uma aula prática? — disse o professor, subindo com a mão pela coxa de Gustavo e indo de encontro ao seu caralho. — Pelo jeito, você tem aqui tudo o que precisamos, não acha?

Gustavo não pôde responder, porque gemia de prazer, alucinado por ter o pau apalpado pelo professor. Este se aproximou, agachou e começou a esfregar a sua boca contra o volume que havia se formado na bermuda de Gustavo. Suas mãos subiram por dentro da camiseta do aluno, acariciando-lhe o peito.

— Presta atenção... Você agora irá aprender uma lição da qual jamais esquecerá.




Abriu a bermuda de Gustavo e tirou o seu caralho pra fora. Depois de olhá-lo com admiração, passou-lhe a língua por toda a extensão, indo do saco à cabeça avermelhada. Descreveu uma rápida órbita em volta da glande, arrancando arrepios e gemidos intensos de seu pupilo para, em seguida, subir e dar-lhe um demorado beijo de língua.

— Vamos tirar esta camiseta, garotão! Preciso examinar mais de perto a sua musculatura.

Passou os dedos pelo peito de Gustavo brincando suavemente com os seus mamilos. Depois, se afastou um pouco e começou a desabotoar lentamente a sua camisa. Em poucos minutos, estava ele, com a camisa aberta e o peito à mostra. Um belo peitoral que superou as expectativas iniciais e fantasiosas de Gustavo.

— Puxa, tudo isso!

— Vem cá, senta aqui! — ordenou o professor — derrubando com a mão tudo que estava sobre a mesa.

Gustavo obedeceu. Sentou-se na beira da mesa. O professor então lhe retirou a bermuda e a sunga, e se posicionou entre as suas coxas. Segurou-lhe com delicadeza o mastro e começou a tocar de leve uma punheta.

— Era isso que você estava fazendo quando eu cheguei, não era? Eu interrompi? Fica tranqüilo, eu vou te compensar, garotão.

Gustavo se contorcia sentindo a mão firme do seu professor subindo e descendo, deslizando em seu pau.

— Nossa, como você é sacudo? ...e esse seu pinto é delicioso. Você quer uma mamada?

— Quero... quero professor.

O professor levou o rosto até as bolas de Gustavo e começou a chupá-las, sugando e colocando-as uma de cada vez, com o máximo cuidado, dentro de sua boca.

— Tá gostando, garotão? Tá... eu tô vendo nessa sua cara safada!

Suavemente deslizou os lábios pelo mastro do rapaz até tocar com eles a glande. Chicoteou-a várias vezes com a língua, para em seguida mergulhar, abocanhando a vara o quanto pôde.

— Ai que delícia de mamada! Continua... gostoso... — pediu Gustavo.

O professor segurou as pernas de Gustavo, dobrando-as de modo que os joelhos quase tocassem o peito dele. Alisou suas coxas, e foi-se aventurar no meio delas, primeiro, mordiscando o seu imenso saco peludo e depois lambendo o seu cuzinho apertado. Tinha uma língua grande, dura e habilidosa que foi, inúmeras vezes, socada e enterrada no cu do rapaz.

— Ai que gostoso! Vai meu tesão, vai me fode com essa língua! — rogou o estudante.

— Vem cá, cara! Agora é a sua vez! Me paga um boquete!

Gustavo desceu da mesa e deslizou pelo corpo do professor, lambendo-o até chegar à altura de seus quadris. Desafivelou o cinto, abriu o botão e o zíper da calça e se pôs a beijar suavemente a parte exposta da sua região pubiana. Guerreiro, explodindo de excitação, trouxe para fora, sem retirar a cueca, a sua piroca grossa e pentelhuda.

— Não era isso que você tava procurando, garotão? Agora mama! Vamos!

Gustavo caiu de boca, lambendo o cacete de cima a baixo, esfregando-o contra o seu rosto como se fosse um sabonete. Guerreiro o reteve pela nuca, empurrando com certa violência o rosto do rapaz contra o seu sexo.

— Fica de pé e vira esse cuzão pra mim!

O rapaz rapidamente atendeu. Inclinou o corpo pra frente, debruçando-se sobre a superfície da mesa.

— Abre esse rabo pra mim! Abre!

Gustavo, com as mãos separou bem as ancas, deixando caminho aberto para o professor. Este, antes de meter, fez um fio-terra completo no rapaz. Esfregou-lhe o cacete nas coxas, deu-lhe com ele umas pancadas na bunda e, depois de untar bem com saliva a cabeça do pênis, enfiou sem pressa.

— Quero comer esse seu cuzinho bem devagar! Vou entrar todinho nele!

Aos poucos o cacetão de Guerreiro foi invadindo e alargando o rabo de Gustavo que gemia alucinado.

— Isso, mete no meu cu! Você não sabe o quanto eu tava precisado de rola!

— Você quer rola, não quer? Vou te dar! Vou colocar ela todinha nesse cu, até as bolas...

Depois de socar várias vezes a rola pra dentro do cu de Gustavo, o professor sugeriu que eles trocassem de posição.

— Vira de frente, garotão!

Gustavo deitou-se sobre a mesa. O professor, então, pegou-o pelas pernas e o colocou na posição do frango assado. Introduziu-lhe a cabeça na entrada do cu e, apoiando o seu corpo nas pernas dele, foi lentamente lhe enfiando o pau.

— Tá gostoso porra? Tá?

— Hã, hã, muito gostoso!

— Pois é, vai ficar ainda melhor! — disse tirando a vara e se afastando um pouco.

— Onde você vai, porra! — perguntou Gustavo.

— Já volto já, garotão... Agüenta as pontas...

Gustavo ergueu um pouco a cabeça e viu o professor tirando de sua bolsa um objeto.

— Você se lembra disso? — perguntou o professor, mostrando-lhe o DVD. — Você estava assistindo quando eu cheguei? Que tal se o assistirmos juntos?

— Por mim, tudo bem — aceitou Gustavo.

O professor foi até o aparelho e pôs o DVD. Minutos depois, as primeiras imagens começaram a aparecer na tela. Sentou-se no sofá, balançou o pau e chamou o rapaz para perto dele.

— Vem cá, garotão! Vem mamar a minha piroca! Vem!

Gustavo foi até o sofá e de joelhos, enfiou-se entre as pernas do professor. Segurou o cacete dele com gosto e voltou a boqueteá-lo. Na tela, dois homens musculosos se engalfinhavam, um alisando o corpo do outro.

— Peraí, porra, me deixa fazer uma coisa! — disse o professor, retirando de vez a cueca. — Agora, continua mamando...

O estudante alisou a vara do professor com as mãos, passou a língua delicadamente no freio, e depois a engoliu, fazendo um esforço danado para tê-la toda dentro da boca.

— Você gosta de um filminho sacana, viadinho? Te excita ver esse tipo de coisa?

— Sim, muito... muito... — repetiu Gustavo olhando de lado para a televisão enquanto mamava a rola de Guerreiro.

— Pois, eu também gosto muito... Qualquer dia desses, vou te levar lá em casa, pra gente assistir juntos uns filminhos maneiros que eu tenho. Agora, vem cá, sobe aqui, garotão!

Gustavo, primeiramente, se posicionou de frente para o professor que, empinando a vara, encontrou mais que depressa uma brecha entre as coxas do estudante. O vestibulando foi sentando aos poucos, acomodando-se, sentindo o pau de Guerreiro deslizar para dentro do seu cu. Tempos depois, trocou de posição. Agora, se pondo de costas para ele, ficando de olhos bem atentos na TV enquanto era gostosamente enrabado.

Para facilitar a penetração, Gustavo apoiou os pés nas coxas do professor. Em seguida, com as mãos firmes de Guerreiro sustentando as suas nádegas, o rapaz, muito à vontade, se pôs a cavalgar e rebolar no mastro.

O professor ainda mais estimulado com o que acontecia no filme, mordeu algumas vezes, a nuca de Gustavo, enquanto empurrava vigorosamente o seu pau pra dentro do seu aluno.

— Aiiii que delícia! Isso, meu gostoso me fode! Põe todo esse pau no meu rabo!

Aos solavancos, caíram os dois de lado no sofá; O professor metendo a rola cada vez mais forte e o aluno gemendo e implorando pra ser enrabado com ainda mais intensidade. Guerreiro atendeu fazendo o possível pra socar até as bolas no cu de Gustavo. Em seguida, segurou a jeba do seu aluno e começou a masturbá-lo no ritmo da foda. Não demorou muito para que Gustavo gozasse, lambuzando toda a mão do professor.

— Toma filho da puta! Prova um pouco da sua porra! — disse o professor esfregando a mão na cara de Gustavo.

Guerreiro continuou metendo, socando e bombando com força seu pau no cuzinho do aluno, que gemia baixinho, buscando recobrar o fôlego. Pouco tempo depois, o professor anunciou:

— Ai, porra, tô quase lá... Aiii que delícia de cu apertadinho! Ahhhhh! Eu vou gozar!!! Ahhhh!

Gozou, uma longa e violenta gozada dentro do cu de Gustavo como nenhum macho havia feito antes. O estudante sentiu um prazer imenso de ter o rabo preenchido de porra. Uma sensação gostosa, principalmente quando o professor arrancou a vara, fazendo com que o leite escorresse para o lado fora.

Guerreiro, suado até a alma, se pôs de pé, e antes que Gustavo pudesse reagir, esfregou o pau à meia-bomba no rosto do rapaz.

— Chupa, porra, lambe o meu pau lambuzado! Ahhhh!

Gustavo, jogado no sofá, tirou a língua pra fora e obedeceu, sorvendo toda a porra que havia sobrado.

— Isso, garotão! Você é muito dedicado, desse jeito você vai passar no vestibular. Podes crer! Se depender de mim, todos os dias que tivermos aula eu vou te dar um bom motivo pra estudar mais, ah se vou!


Revista Íntima  

Postado por MGrimaldi

Nada melhor do que terminar o dia sendo revistado por um macho tesudo. Foi o que me aconteceu na saída do escritório. Um encontro mais que esperado entre o segurança Serjão e eu, dentro de um banheiro. Como um bom profissional que tem lá as suas suspeitas e que deve cumprir o seu trabalho, ele não me deixou sair, sem antes me fazer passar por uma revista rápida. Uma revista que foi bem além do que eu imaginava, superando todas as minhas expectativas.


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Sempre me senti atraído por homens fortes. E se eles usassem uniformes, então já era motivo suficiente para delirar de tesão.

Na empresa onde eu trabalhava, havia um segurança que me deixava literalmente com o cu piscando. O sujeitinho que atendia pela alcunha de Serjão, não era nem um pouco bonito; Tinha a cabeça grande e raspada e as orelhas eram um pouco pontudas, mas em compensação, havia algo nele que me atraía imensamente. Talvez fosse o caimento do uniforme que, assentava muito bem em seu corpo forte e fazia transparecer um volume dentro das calças que era de meter medo.

Chamou-me a atenção logo de cara, e por mais que eu procurasse disfarçar, não conseguia mais tirar os olhos de cima dele. Comia-o com olhares sempre que tinha a oportunidade de avistá-lo. Espiava cada movimento que fazia, sobretudo, o volume que insistentemente se formava quando ele se movia dentro daquela calça cáqui indecentemente justa. Gostava também de olhar aquela bunda — ah que rabo! — duro, firme, largo que denunciava coxas grossas de quem devia malhar ou jogar pelada nos finais de semana.

Faltava beleza, mas sobrava virilidade. O rosto grande e as feições brutas davam a ele uma cara de mau, um olhar duro de homem que sabia pegar, apalpar e dar uns belos safanões se fosse necessário, ou seja, coisas maravilhosas que eram de se esperar de um macho de verdade. Sonhava constantemente com ele me pegando com os seus braços fortes de gigante. Com aquele corpo me engolindo, me consumindo, fazendo pressão na hora de penetrar.

Na semana passada, por volta das onze da noite, depois de já quase ter cruzado os portões, me dei conta de que havia esquecido, em cima da mesa, a carteira. Como sem os documentos que estavam dentro dela, eu não poderia resolver alguns problemas no dia seguinte, decidi voltar e resgatá-los antes que a segurança do prédio acionasse os alarmes.

Não havia mais nenhuma alma viva no setor. Todos tinham ido embora. Os vastos corredores estavam vazios e silenciosos. Fui então até a minha sala e encontrei lá, a carteira no lugar onde imaginava tê-la deixado. Em seguida, saí, mas antes aproveitei a viagem, para dar uma passadinha no banheiro e tirar a água do joelho. Já estava saindo, quando colidi com um “armário” que foi logo me interrogando:

— Ei, rapaz o que faz aqui?

— A mesma coisa que você e todo mundo faz em um banheiro. – respondi malcriadamente.

Ele ficou me olhando de cara feia, com uma das mãos apoiadas no cassetete como se quisesse me intimidar.

— Você já devia estar fora do prédio?! – disse encarando-me com malícia.

- Eu sei... mas precisei voltar... Esqueci a minha carteira no escritório...

- Hum, a carteira? – coçando o queixo como se suspeitasse de alguma coisa.

- Você por acaso tá duvidando? Quer que eu mostre?

- Não precisa... Mas antes de você sair, terei que revistá-lo.

- Me revistar, mas por quê?

- Procedimento da Segurança... Você pode estar portando algo ilícito. Armas, drogas, algum objeto de propriedade da empresa...

- E se eu não quiser?

- Você não tem querer? Está no regulamento. Se não quiser terei que usar a força.

- A força, é? — zombei.

- Sim.

Aquela palavrinha “força” foi suficiente para me deixar aceso. Não resisti, obedeci àquele homem que me mandou afastar as pernas e levantar os braços.

Ele abriu aquelas mãos fortes e calejadas e começou a tateá-las no meu corpo. De cima para baixo, as mãos apalpando o meu peito, as minhas coxas... Uma hora, estacou e eu pude sentir suas mãos tocando nas minhas bolas. De imediato, meu pau foi lá em cima, parecia que ir rasgar a cueca.

Terminada a revista, ele olhou para mim, deu um sorriso meio sarcástico e mandou que eu me fosse.

— Pode ir, está limpo.

— Já terminou? Só isso? – perguntei decepcionado.

— Só... — respondeu o segurança com convicção.


Peguei a maleta e me dirigi para fora do banheiro. Serjão se dirigiu para o lado oposto, desaparecendo dentro de um dos boxes.

— Ei, agüenta firme aí, rapaz! Será que você pode me dar uma mãozinha?

— Uma mãozinha?

— Sim... vê se tem papel aí no box ao lado.

Entrei no box que ficava ao lado do que ele estava em busca de papel.

— Ei, cara, achou o papel?

— ñ-não... respondi. Não tem nada aqui não...

— Porra, tem certeza?

— Tenho... Aqui não tem nada!

— Tem certeza que aí não tem nada? – perguntou mais uma vez com voz firme.

— Porra, cara já disse... não... tem... nada... aqui – respondi irritado.

— Olha mais pra esquerda... vai ver está aí.

— Já, o-olh-ei... – respondi trêmulo com a visão que tive.

Saindo de um buraco na divisória, estava uma imensa rola massuda. Fiquei sem saber o que fazer e o que dizer.

— E então encontrou algo, cara? Encontrou o meu pau?

Emudecido por alguns segundos, fiquei admirando aquele pau suculento que tinha sido feito à minha medida, e que na certa, esperava por algumas carícias. Saquei qual era a do segurança, ele estava a fim de uma sacanagem, queria companhia para o fim daquele turno.

— E aí, cara, vai ficar aí só olhando? Dá uma pegadinha no meu pau, dá!

— Pegadinha...?

— Isso! Sabe sempre tive vontade de enfiar a minha rola nesse buraco... Agora deixa de papo! Vamos, rapaz! Pega! Você deve tá louco pra pegar?

Realmente, estava explodindo de tesão diante daquele pau saboroso, mas tive medo. E se fosse um truque para me desmoralizar? E se fosse uma armadilha?

— Vamos, cara, pega no meu pau!— insistiu. —Isso vai ser um segredo só nosso. Eu imagino o quanto você tá a fim disso... Vai dizer que você não me acha gostoso? Eu vi como você me olha... Pega, porra, segura... Você vai gostar!

De uma hora para outra todos os pensamentos ruins desapareceram. Só conseguia pensar naquele cacete grosso, naquele pinto que há tanto eu desejava e que agora estava ali, diante de mim, pra ser usado e abusado como eu bem entendesse.

- Vai ficar aí parado, cara? Não vai pegar não? — indignou o segurança. — Saiba que se você não quiser, eu arrumo outro que queira, afinal aqui neste andar tá cheio de bichinha mesmo. Tem um bando delas louquinhas pra segurar em um mastro grosso como o meu.

Não tinha mais opção... Diante daquelas provocações, peguei.

- Isso, sabia que você não ia me decepcionar. Agora, sente como ele é gostoso.

Realmente era. Segurei aquela rola com firmeza, sentindo-a com as pontas dos dedos e com a palma da mão. Deslizei a mão levemente sobre ela, admirado de como podia um pau daquele calibre passar por aquele buraquinho e não ficar entalado. Podia ouvi-lo gemer do outro lado.

- Você não quer mamar? – perguntou depois de uma rápida carícia.

Claro que eu queria, mas mantive meu mutismo. O meu maior sonho era chupar aquela pica.

- Hein? Mete a boca, mete!!



Esperando adquirir coragem, sentei-me na privada e fiquei olhando hipnotizado para aquela piroca. Um pouco depois, aproximei o rosto, abri a boca e me pus a roçar de leve a língua em torno dela.

- Isso, que gostoso. Lambe mais... Dá brilho no meu mastro!

Dei algumas lambidas tímidas... (Pois ainda não acreditava no que estava acontecendo). Escorreguei indo lamber toda a sua extensão e obedeci ao seu chamado de colocar o seu pau dentro da minha boca e começar um boquete mais intenso.

- Aiii, isso, porra!!! Chupa a minha vara... Gostoso... assim. Nunca um viado me chupou assim tão bem... Sem olhar pra tua fuça, dá até pra pensar que estou sendo chupado por uma xota.

Fui ficando cada vez mais desenvolto. Enfiando a boca até onde pude alcançar, engolindo todo o mastro do Serjão. De vez em quando eu suspendia o boquete, para lhe aplicar uma rápida punheta que fazia o guardinha gemer alto e de forma selvagem.

Abri a calça e trouxe o meu pau para fora. Explodindo de tesão, passei a chupá-lo e a me masturbar simultaneamente.

- Levanta, bichinha... E abaixa as calças.

Obedeci...

Seu cuzinho tá piscando? — interrogou-me. — Quer levar pau nesse seu cu, viadinho? Então, levanta e me deixa lhe sarrar.

Fiquei de pé, e comecei a esfregar a minha bunda contra o pau dele. Era gostoso sentir aquela rola dura e grossa entre as minhas coxas, me lambuzando, deixando o meu cuzinho piscando e untado.

- Ai, filho da puta... assim você vai me fazer gozar... Calma, seu viado... Eu ainda nem entrei nesse buraco... Quero guardar o melhor pra depois.

E foi o que ele fez... Depois de uma sarrada gostosa, ele deixou o boxe e foi me encoxando. Enlouquecido, foi passando as mãos pelo meu corpo, segurando meu pinto e massageando as minhas bolas e bunda. Começou a me pespegar, dar tapas de leve e beslicar o meu rabo, que de tanta violência foi ficando vermelho e ardido. Meteu o dedo no meu cu e começou a me dedar. Brinquei com o pau dele, alisando e tocando-o suavemente.

Deslizei pelo corpo dele e comecei a boqueteá-lo mais uma vez. Desta vez, olhando-o nos olhos. Em seguida, acariciei suas bolas.

- Vamos lambe os meus colhões!

Ajoelhado, meti a boca, lambendo, mamando cada bola de uma vez, dando dentadas de leve e deixando-as cheias de chupões. Subi e abocanhei mais uma vez o cacete. Agora com capricho, enlouquecido por ter finalmente o seu corpo perto de mim. Ele me segurou pela nuca e me empurrou violentamente contra o seu corpo, me fazendo sentir sua rola no fundo da minha goela. Atrevido, desci-lhe as calças e esbocei apalpar-lhe a bunda. Mas ele me impediu, estapeando as minhas mãos.

- Nada disso... viadinho. Tudo menos isso! Nada de pegar na minha bunda!

Fiquei desapontado, pois desejava muito apalpar aquele traseiro. Aproveitando o embalo da chupada, tentei outras vezes apalpá-lo, mas ele, de modo algum, permitiu. E com medo de que ele subisse as calças e interrompesse a brincadeira, resolvi me dar por vencido.

Chupei aquele pau até não poder mais. Minha boca estava ficando torta de tanto chupá-lo. Depois de dar uma surra de pica na minha cara, deixando o esmegma espirrar pelo meu corpo ele decidiu que já era a hora de comer o meu rabo.

- Empina esse cuzão, viadinho! Agora você vai ver o que é vara de verdade.

- Empino... Vou dar ele todinho pra você. Mas você vai me prometer não tirar o uniforme.

- Quer dizer, que a bichinha aí, curte um macho com uniforme. Então tá... Desta vez, vou fazer a sua vontade! Agora, relaxa esse cu!

Empinei o rabo, apoiando minhas mãos na pia. Ele subiu e abotoou a calça, mas deixou o pau de fora. Sacou o cassetete e começou a esfregá-lo contra as minhas coxas. Em seguida, introduziu a ponta no meu buraco, empurrando-o lentamente até que parte dele entrasse folgadamente.

Percebendo que o meu cu já estava dominado, tirou o cassetete, guardou-o na bainha, punhetou-se um pouco mais e empurrou o caralho contra o meu buraco, vazando-o de uma só vez com a cabecinha até conseguir se alojar até as bolas.

Dei um gemido longo e prazeroso, principalmente depois de tê-lo visto através do espelho fazendo uma imensa cara de satisfação. Começou então, a meter pra valer, socando-o com força dentro do meu cu, fazendo suas bolas sacolejarem e se chocarem contra as minhas ancas.

- Ai, viadinho, que cu gostoso é esse! Tá gostando do meu pau?

- Aiiiii!!! Aiii, sim, é muito gostoso!!


Tirou o pau e começou a esfregá-lo nas minhas coxas. Virou-me de frente, pegou-me no colo, abriu as minhas pernas e encaixou sua vara no meu rabo. Começou um balanceio gostoso, me fazendo deslizar na sua vara, subindo e descendo com suas mãos grandes, sustentando o meu traseiro.

Levou-me para o box e, sentando-se na privada, continuou fodendo o meu cu, mas agora, apoiando as minhas pernas nos seus ombros.

Fazia um calor infernal, e por isso, suávamos um bocado. Tirei-lhe as calças e bem encaixado no seu pau, escorreguei, indo e vindo, rebolando bem gostoso na sua vara, apertando-lhe com força os bagos.

- Aaaargh... viadinho mal... Como você é malvado...

E para se vingar, projetou vigorosamente seu corpo contra o meu, socando com violência o caralho para dentro de mim.

— Aiiiiiiiiiiiii! Vou gooooooooozar... porra!!!

— Então, goza, caralho... Me dá todo o seu leitinho...

Levantou e me carregou para fora do boxe. Apoiou-se na beira da pia, e olhando-me enlouquecido, começou a se masturbar.

- Vem, viadinho... morde as minhas bolas... Vem que eu tô quase gozando...

Mordi suas bolas de leve, sugando-as, sentindo a minha boca cheia de seus pentelhos.

- Isso continua... Que tá vindo! Vou lambuzar toda essa sua cara com a minha porra. Espera só!!!

Mas por mais que eu mamasse aquelas bolas, e a apertasse entre os meus dentes, ele não gozava. Começou a bater com o pau na minha cara, mas nada... Foi aí que me surpreendi com o seu pedido.

- Ahhhh, viadinho... lambe o meu cu... Vamos... anda... dá uma lambida gostosa pra eu que possa gozar.

Sem pestanejar, enfiei a língua naquele cu suado e peludo, roçando com ela toda a área do seu períneo. Não demorou muito, Serjão esguichou, lambuzando toda a minha cara com a sua porra. Lambi até que seu pau murchasse e enquanto ele ofegava, comecei a me masturbar, alisando e mordendo as suas coxas peludas, desfrutando dos últimos minutos de prazer que eu teria na companhia daquele macho gostoso.